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TOQUE DE BOLA ENVOLVENTE ACABOU COM O CR

O toque de bola curto, rápido e envolvente do Fluminense acabou com o Remo.
Time de Léo Conde continua dando espaço e não marcando.
Hércules e Martinelli dominaram o setor de meio-campo com intensidade e alimentando o ataque.
Zaga azulina se perde em bolas alçadas na área.
Picco não tem mobilidade; Patrick de Paula não marca e não cria.
Alef Manga arrasta seus marcadores, mas se perde nas finalizações.
1 a 0 Fluminense, aos 15 minutos, em jogada levantada na área azulina, que falhou, deixando John Kennedy solto para acertar o alvo.
Pikachu cruza, aos 40 minutos, para dentro da área do Fluminense e o cabeceio forte de Vitor Bueno forçou Fábio a salvar o que seria o gol de empate.
Remo volta para o segundo tempo com Patrick no posto de Picco; Nico no de Pikachu e Rafael no de Alef Manga.
Nada melhorou. Remo cedendo espaço e o Fluminense tocando a bola com inteligência.
Em cruzamento da esquerda para a direita, Acosta coloca a bola na cabeça de Canobbio, que salta sem marcação para fazer Fluminense 2 a 0, aos 18 minutos.
Mudanças pra cá, mudanças pra lá, Fluminense foi o dono do jogo pela qualidade técnica dos seus jogadores e o repertório tático do time, envolvendo o Remo com o toque de pé pra pé.
São cinco jogos, com duas derrotas e três empates, e, com este time, que não marca e sede espaço, o Remo não terá futuro.
É o que há!
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