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LOUVADO PRESIDENTE

“Rezo e torço pela ampla recuperação da sua saúde e pelo seu breve retorno ao batente. Um grande abraço e fique com Deus”.
Mensagem, via “uatizap”, do assaz louvado presidente do CR, Antônio Carlos Teixeira, por quem tenho carinho e respeito pelo Homem que conheço desde à década 90.
Neste período que estou no cafofo, em estado de recuperação pós-operatório, tenho reflexionado minudentemente sobre o meu convívio com o futebol paraense, desde 1980, quando iniciei minha caminhada pelo mundo da bola como repórter esportivo.
O José Maria Trindade Pereira nunca negou a paixão pelo PSC, dentro do Baenão, quando inquirido por Jorge Dahas e François Thin.
“Não torço pelo Remo quando joga contra o meu Paysandu”, falei para dono do trono azulino nos corredores do Baenão, ano passado. Antônio Carlos me abraçou e eu senti o seu cheirinho.
Ando encucado. Será que eu mereço tanto? Em receber mensagens de gente como Roger Aguilera, pra que eu fale “do que preciso”; de Marcos Braz, que me demonstrou ter respeito pelo meu trabalho e por duas vezes estive em seu “ap”; Fred Carvalho, que respeita a minha natureza; Bira Lima, o bem-aventurado; Raimundo Feliz, o meu substantivo e adjetivo; Orlando Ruffeil, Eliércio Santino, Lino Machado, Lino Bentes, Agnaldo, o “seu boneco”, Junior Amorim, Magaiver Luís, Nelson Torres, o Dr Bruno, o “Hulk” da Curuzu, que mandou me dizer: “Zeca, esquece PSC e CR e cuida da tua saúde”; Dr. Raimundo Eder, diretor técnico do D. Luiz; Zezinho Alírio, dono do trono da Beneficência Portuguesa; urologista Kelvin Salarron; meu escudeiro Romário; meu amado “Baralho”, dona Elô, mãe do meu Matheus, e Leandrinho, o diretor executivo do Grupo Marajoara de Comunicação a todos minha eterna gratidão.
“Falar a verdade, em todas as situações, é um imperativo categórico”, dizia Kant. E confessarei para meus finos leitores um “segredinho” que está mexendo com o meu ego.
Volto ao segundo parágrafo deste texto: “…assaz e louvado presidente…” para enaltecer a mensagem do presidente Antônio Carlos Teixeira, após a vitória bicolor de 2 a 1 sobre o seu Remo, no dia 1 de março: “Paysandu perdeu a oportunidade de ser campeão, hoje…”
A expressão forte ecoou, inculcou gradualmente na mente dos jogadores bicolores. E deu no que deu…
O título bicolor me fez pular da cama, chorar de alegria, desobedecer orientação médica, porque eu não acreditava, mas o “Paysandu é o clube das causas impossíveis”, no dizer de Eliércio Santino.
A sentença do Antônio Carlos Teixeira foi pragmática, porque o presidente fugiu da dor, pensando no prazer uma semana depois, por acreditar na sua “cavalaria”, e a linguagem, em alguns momentos, “não é uma imagem do real”. É a plasmação do real de forma irreal, com o futebol mostrando-nos suas incertezas e acasos.
“Obrigadinho”, presidente!
É o que há!
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