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Por que voto
Assim como sou canhão, sou alvo.
Pensei, pensei e pensei exaustivamente para escrever o que se passa no meu pensamento sobre eleição para Presidente da República, Senado, Federal, Estadual e o dono do trono do Estado do Pará.
Estou preparado para ser apedrejado, mas, por outro lado, há quem me aplauda pela coragem.
Domingo, 2, sairei cedo do meu cafofo rumo à escola Costa e Silva, na Almirante Barroso, para cumprir com um dever: votar. Cravar os números que estão no meu “HD”.
Antes, busquei no maior compendio de sabedoria – Bíblia – textos que me dessem lucidez para exercer a moral de consciência.
“Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito” (Ap. 3,16).
Não devo ser murista. Doa a quem doer.
“Por que vês tu o cisco no olho do teu irmão e não percebes a trave que há no teu próprio olho?” (Lc. 6).
Para mim, Bolsonaro é um cisco, com todas suas falhas como homem, que diz o que pensa e não reconheça as regras de conduta e republicana. Bolsonaro não está nem aí para a “liturgia do cargo”, ou seja, o trono.
Lula, uma “tora” que está nos meus olhos, e simples explicarei: R$ 6 billhões foram restituídos da Petrobrás no escândalo do petrolão. Todos seus parceiros foram presos e respondem processos, mas o Lula, bafejado por ministros do STF, está solto encarando a sociedade. Seu vice, Geraldo Alkmin, vendeu a alma ao diabo.
Portanto, cravarei 22; 15150 por gratidão: Zeca Pirão ajudou a me tirar do fundo de um leito hospitalar; 2233 pelo amor fraternal que tenho pelo Eliércio Santino (Eguchi); senado: 111 (Flexa Ribeiro) pelo respeito ao Dr. Sérgio Chermont.
Pelas pesquisas, o trono do Estado já tem dono e reconheço que o dinâmico e inteligente jovem Helder Barbalho fez pelo esporte paraense, inclusive construindo o que eu mandava implodir: o velho Mangueirão, contudo, não poço traí minha consciência e ser indigno de dizer o que não farei…
Voto em Zequinha Marinho (22). Ele, mesmo em BSB, sempre atendeu meus chamados telefônicos lhe pedindo entrevista e em momento algum mandou que eu ligasse para sua assessoria, como faz a maioria dos políticos.
É, também, voto de gratidão, e eu, aos 72 anos, poderia ficar de flozô no meu cafofo, mas irei à urna por amor e não obrigação. E pelos meus parceiros. Parceiro é melhor que “priquito”…
É o que há!
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