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VIVA A VIDA, BONITÃO!

Não quero ter razão, quero ser feliz. Eu sou!
Minha felicidade não depende da opinião dos outros, principalmente de quem não me tolera: depende da minha minudente reflexão de consciência.
É de berço. Herdei da minha mãe, que me dizia pra não ouvir o que diziam, mas escutar a alma (consciência).
Então, não sou ladrão, corrupto, ladino, estelionatário, patife engravatado, nunca comprei (ou vendi) gato por lebre e, em momento, algum neguei minha natureza de macho, e sou parceiro de quem é meu “chapa”.
Porque “chapa” é “chapa”. “Epafrodito” é “Epafrodito”. E não têm defeitos…
Esses parceiros são bonitões, boníssimos, magnânimos, éticos, calados, equilibrados, são almas felizes, eles praticam a felicidade de quem os cercam.
Um desses está internado.
“Meu pai amanheceu hoje muito bem, graças a Deus, com aparência boa, mais forte, mais confiante, a fé dele é grande – como a nossa aqui de casa -; clinicamente, está melhorando com os remédios, então a operação será na terça-feira. O papai ficará bem. Se Deus quiser, Zé!”
Bira Lima, o “Bem-aventurado”, havia 3 anos, se juntou a mim pra fazer caridade: pagou exames médicos para crianças que os pais me procuraram; “maquita” para pedreiros (duas); cestas básicas perdi a conta, e pasmem: todo domingo leva pra rádio Marajoara almoço de qualidade, e quando não está em Belém, faz pix e compro comida para meus colegas que trabalham comigo no SHOW DE BOLA; paga o meu secretário (Romário) e 50 reais para o ouvinte que participa da “pacoteira”.
Continuo errado, porém, tenho medo de ser ingrato, e, se assim for, serei infeliz pro resto da vida.
Viva a vida, Bonitão!
É o que há!
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