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TORÓ E VANDIK

“O fruto do trabalho é a alegria”, dizia Madre Tereza de Calcutá.
Diferente do Paysandu do 2 a 2 com o São Raimundo, em Manaus, time bicolor jogou solto, alegre e apenas Gabriel Davis destoou do restante do elenco, mas não comprometeu.
Principal adversário do “Mundico” manauara foi o toró que desabou em Belém no início do jogo, e o campo pesou para um time leve e que joga tocando a bola.
Gramado molhado dificultou as ações de Quadrado e Hitalo e o ataque não funcionou.
Primeiro tempo, 2 a 0 Paysandu, gols de Genilson, aos 10’, e Robinho (golaço), aos 30’.
Segundo tempo começa com José Aldo chutando metendo a bola no pé do poste esquerdo do goleiro Jonathan.
Marlon, 3 a 0 Paysandu, aos 5’, e Ricardinho, que entrou no posto de Gabriel Davis, ao receber de Danrlei meteu a bola no travessão.
Terça-feira, 15, Papão receberá o Vila Nova, na Curuzu, e no sábado, 19, a decisão da Copa Verde, em Goiânia.
Antes do jogo, passei algumas horas no Hotel Sagres, e ao deixá-lo caminhei até a Curuzu, e por alguns minutos vivi os arredores do “Vovô da Cidade” e num papo e outro com bicolores que havia tempo não via, um se saiu com esta: “Zeca, se o Maurício Ettinger for reeleito, o Vandik será o coordenador de futebol, trabalhando ao lado de Roger Aguilera”.
“E Lecheva?” – Indaguei. “Vai comandar a base!” Então, tá legal!
É o que há!
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