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“VAI ME ENGOLIR…”

Por força da lei – 60 dias antes -, a FPF preparou e apresentou à sociedade paraense o PARAZÃO/23.
Começará dia 21 de janeiro do próximo ano com CR e Independente; Castanhal e Águia; Tapajós e campeão da B; PSC e Bragantino; Itupiranga e TLB e Caeté e vice da B.
A FPF, que tenta na marra inserir Águia e bragantino no campeonato, por assim dizer, não é a guardiã do futebol paraense.
Há uma colcha de retalhos embrulhando Federação, TJD, STJD, Paragominas e Amazônia, estes dois últimos clubes foram rebaixados atendendo interesses de “camafeus” que vivem enlameando a “família do futebol” paraense.
Afirmo que há uma “colcha de retalhos” embasado no que disse o juiz do TJD-PA, Hamilton Gualberto, em reunião dia 15 de março deste ano: “Vocês vão chorar no Rio de Janeiro”. E já começaram a chorar.
Avocando pra si julgamento, STJD comunica ao TJD-PA a decisão de julgar os processos Athos e Guga, mas o presidente do órgão judicial do desporto paraense, Jeff Launder Martins Moraes oficiou nesta segunda-feira, 14, ao relator-auditor do pleno do STJD, Jorge Ivo Amaral da Silva, que “não foi comunicado oficialmente”.
“Logo, conclui-se novamente que o TJD-PA não foi intimado oficialmente desta decisão”, ou seja: dez dias para julgar os processos.
Verdade que a FPF carrega o maior peso por ser a entidade organizadora do evento, no entanto não tem sido a protetora da maior competição esportiva paraense, inobstante apoio financeiro do governo do Estado.
Pela injustiça que houve, a Federação poderá pagar tendo que aceitar a derrota: “Votei nele, ele tem que me engolir”, revelou Paulo Toscano, que está com time do Paragominas montado para ser integrante do PARAZÃO/23.
A maior vocação de ladinos e corruptos é o dinheiro fácil, não importando a perturbação.
É o que há!
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