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GENIAL GUILDA

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O chinês Confúcio não discutia com ninguém, mas limitava-se a doutrinar através dos exemplos.

Igual Buda, Sócrates e Jesus Cristo, não escreveu nada, só falava de forma diferente.

“O homem superior exige muito de si mesmo. O homem inferior exige muito dos outros”, disse Confúcio.

Messi, no jogo contra a França, exigiu mais dele de qualquer outro colega de seleção Argentina, tricampeã do mundo, em vitória épica diante do elenco de Didier Deschamps.

Messi não grita em campo, mas influencia seus colegas com as jogadas geniais.

No estádio Lusail, em Lusail, no Catar, Messi, aos 35 anos, doutrinou milhões de súditos, que pararam para ver o gênio fazer o que parecia ser impossível para olhares arregalados mundo afora.

Messi, o divino! O impressionante! A sua importância para o futebol mundial! Para a sociedade, a cultura e a nova geração argentina. Olímpico!

Do outro lado, o monstro delirante Mbappe.

Lado a lado, a beira do gramado, dois “mestres” da variação tática, da ousadia de ajustar o time, a qualquer necessidade, sem se importar com o tempo: Didier Deschamps (francês) e Lionel Scaloni (argentino).

Não são “paneleiros”! Não são obtusos! Sem compromisso com “estrela”! Leem futebol! Mudam quando o jogador não corresponde, não se importando se faltam poucos minutos para terminar o primeiro tempo, como fez Deschamps.

Argentina e França fizeram final épica, da Copa do Catar, que estará nos anais dos jogos de futebol de todos os tempos.

E eu, no SHOW DA CIDADE, ao perguntar quem venceria se a genialidade e a força, pontuei meu ponto de vista, revelando que a genialidade de Messi faria a diferença.

Com Scaloni, Messi, Di Maria a seleção argentina teve uma genial guilda. (Foto: Google)

É o que há!

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