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“COMENDO MOSCA”

Sem Mário Célio, Milson Abrunheiro e Dílson Lemos, que renunciaram, pleno do TJD-PA reuniu à tarde-noite de segunda-feira, 19, e julgou processos do Cametá, Guga e Athos.
Por ter jogado no Parque do Bacarau a decisão da segundinha contra o Santa Rosa e o estádio estava sem laudos dos órgãos competentes, Cametá foi apenado em dois mandos de campo e multado em 30 mil reais.
Bom para a diretoria cametaense, ótimo para a Federação Paraense de Futebol que não terá empecilho para proclamar Cametá campeão da segundinha, que lhe deu condições de participar do Parazão/23.
Santa Rosa, através do seu advogado, recorrerá ao STJD. Dará em nada!
Ao comando de Jeff Launder, presidente, e Hamilton Gualberto, vice-presidente, TJD-PA cumpriu com a determinação do STJD de julgar os processos envolvendo os jogadores Athos e Guga, que atuaram por Águia e bragantino estando suspensos pela corte do desporto paraense.
Em abril deste ano TJD-PA julgou e não reconheceu erros dos clubes, e o Paragominas, através do advogado Marcelo Jucá, bateu às portas do STJD, e o auditor relator do pleno da corte superior, Jorge Ivo Amaral da Silva, que é, também, vice corregedor do órgão da Região Norte, anulou da decisão do TJD-PA e determinou um novo julgamento.
Escolhido para relatar o processo, juiz Rodolfo Cirino declinou da auditoria, e o processo chega à mesa do auditor Fábio Santos.
Este surpreendeu: os processos dos jogadores Guga e Athos voltarão à 2ª comissão para serem julgados, e o parecer teve aval de cinco auditores.
Por omissão de fatos, Itupiranga foi multado em 30 mil reais.
Paragominas sai derrotado do TJD-PA; Águia e bragantino continuam de flozô.
Do Rio de Janeiro veio a advogada Amanda Borer, parceira de Jucá no escritório, para defender o Paragominas.
Antes do julgamento, advogado Saulo Oliveira foi impedido pelo presidente do TJD-PA, Jeff Launder, de tomar posse no cargo de auditor do pleno do Tribunal na qualidade de indicado da OAB-PA.
Ouço Jeff Launder: “O Dr. Saulo não foi intimado formalmente e tampouco recebeu o processo para se debruçar e estudar as mais variadas nuances do complexo processo que envolve diversas partes e terceiros interessados”.
Falo com Marcelo Jucá, advogado do Paragominas, que acompanhou o julgamento pela internet: “Trabalharemos para que os autos voltem ao Rio de Janeiro o mais breve possível. Julgamento teve o absurdo de penalizar um clube que não foi denunciado pela procuradoria, o Itupiranga. As irregularidades processuais são flagrantes e o Paragominas não se calará”, refutou.
Com o recesso da justiça brasileira em todas suas instâncias, o PARAZÃO começará dia 21 de janeiro e alguém “comerá mosca”.
É o que há!
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