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VICIADOS EM DINHEIRO FÁCIL E SUJO

O futebol, no mundo, é um imenso valhacouto para ladinos, corruptos, estelionatários, finórios, espertalhões, traficantes e banqueiros da jogatina.
Todas essas “crianças” são viciadas em dinheiro fácil e sujo: é vocação! E, alguns, arrotam honestidade como o “rei da boquinha”.
Em todos esses “camafeus” há cinismo saudável. Mas, por onde passam, deixam suas “marcas” e há quem deseja vê-los distante, como aconteceu em Belém, que o dono do trono nomeou e o “desnomeou”, no mesmo dia, um assessor especial.
Meu confrade Fernando Navarro afirma que “Deus não precisa de porte de arma, e que anda armado, e lá de cima não erra alvo”.
“Quando aperta o gatilho, a queda é fatal”, arremata Navarrão.
A maior plutocracia do mundo, a FIFA, gastou 4 bilhões de dólares para salvaguardar seu principal produto: jogos da Copa do Mundo do Catar.
Foi em Lyon, França, sede da Interpol, buscar o policial experiente Chris Eaton para comandar um grupo de agentes especialistas em detectar jogos manipulados.
No mundo, alguns jogos de futebol, são “fabricados”. Ou seja: mememe (não é mimimi, não. É mememe: o que parece ser e não é). E o tambor que bate lá, ressoa cá, porque há ladinos e “camafeus” em todos os cantos do planeta futebol.
À noite de ontem, quem estava no hermético espaço do TJD-PA, por ocasião da sessão do pleno, que julgava o processo “Paragominas”, o vice-presidente da corte, advogado Hamilton Gualberto, deixou todos os presentes boquiabertos: “A Federação Paraense de Futebol não é modelo de perfeição, porque não pagou salários de funcionários demitidos.” E depois cochichou: “São péssimos administradores”.
Hamilton, após, reunião foi abraçado pela ousadia de dizer na lata.
O momento me fez lembrar de Sêneca: “O que foi, o que é e o que será a vida, pois o tempo presente é breve, o futuro é duvidoso e o passado, certo”.
Basta olhar pra trás e ver quem são as “crianças”.
É o que há!
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