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ESPERAR E CRER

Desde que li Pikachu, nas redes sociais, dizendo que CR e PSC “só pensam no PARAZÃO”, que tenho refletido os acontecimentos em Baenão e Curuzu, ao final deste ano.
Primeiro, pensei no ato de cuspir no prato que comeu. Segundo, pensando bem, volto atrás e Pikachu está certo.
Faço adendo: só não está correto em silenciar sobre os 30 mil reais que o seu pai, CB-PM Lisboa, recebeu das mãos do empresário Luiz Henrique de Oliveira (BIG SISTEMAS DE SEGURANÇA COMÉRCIO DE SERVIÇOS EMPRESARIAIS LTDA) como pagamento dos direitos econômicos e o seu genitor não anuiu o acordo entre Luiz Omar e o empresário. Deve bater ponto na justiça.
Remo e Paysandu, nem bem terminou a temporada, partiram pra se reinventarem, fazendo investimentos não para o PARAZÃO, mas pra temporada, que começará dia 21 de janeiro, se não houver impedimento…
Há expectativa positiva nos cenários azulinos e bicolors e, na Curuzu, aonde estive participando de coletiva, vi verdades e esperança nas palavras do executivo Vandik.
2 milhões de reais da venda de Marlon é o que anunciam às redes sem lei e fronteira.
Nada disso: dos 250 mil euros que o clube português pagará, chegará aos cofres do Papão um milhão de reais, porque tem desconto na fonte, 10% do empresário e da parte do atleta e o pagamento será em duas parcelas.
Da Copa do Brasil, clube espera receber, por entrar na terceira fase da competição, dois milhões e seiscentos mil reais.
Aproximadamente, são R$ 3,5 mi que o Papão receberá no primeiro semestre de 2023, então indaguei sobre o CT, que eu apelidei de “igapó”.
“É prioridade da diretoria iniciar a construção de um campo, porque recursos extras entrarão para a obra”, revelou Vandik.
Dia 9 a delegação alviceleste desembarca em Barcarena com os custos sendo divididos com o poder municipal, e 30 atletas estarão no pacote.
Na visão de mudar o que deveria ser mudado (corrigir), diretoria agiu contratando Rodrigo Barroca (preparador de goleiros); Igor Soalheiro (fisiologista) e o preparador físico Ernandes Holanda para trabalhar com Jayme Ferreira.
Teologicamente, esperar e crer têm os mesmos DNA.
Estou esperançoso e crendo que em 2023 será de horizontes ampliados para as “Locomotivas”.
É o que há!
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