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“FRAQUEZA NA COXA ESQUERDA”

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Minha maior expectativa, em 2023, é ver o futebol paraense ser o que já foi.

Não tolerarei jogador “bichado” e “ladrão”. Chega! Tudo, na vida, tem limite!

Nos escritos sobre o Paragominas, empreguei o “tempo” conforme a visão do padre Vieira.

Neste, busco T. S. Eliot: “O tempo presente e o passado, estão ambos no tempo futuro, e o tempo futuro está contido no tempo passado”.

Num passado, não muito distante, Diego Ivo, zagueiro “poste”, atuava no Paysandu uma partida e ficava alguns dias no DM, e, após deixar a Curuzu, foi revelado que o atleta não tinha condições de jogar em terrenos sólidos porque sentia a “bicheira”.

Voltou a Belém, chamando o Paysandu de “safado”, porque o Clube não cumpriu com o acordado em contrato, e a causa foi judicializada no Tribunal Trabalhista.

Às redes sociais, terra sem lei e sem fronteira, começaram a questionar a não presença do “poste” Diego Ivo no jogo amistoso do Remo, mas não revelaram verdades.

A maior virtude da internet é publicar mentira, em detrimento da verdade.

E a verdade sobre Diego Ivo fui buscar com o competentíssimo ortopedista e traumatologista, Jean Klay, diretor do Núcleo Azulino de Saúde e Performance – NASP – sobre o estado de saúde do zagueiro.

“NA nossa avaliação, pré-participação, percebemos que Diego Ivo tem uma fraqueza na coxa esquerda, e está sendo corrigida. Para o amistoso, não tem sentido o NASP interromper o processo de reequilíbrio da musculatura, porque com isso estaríamos expondo o atleta a uma lesão muscular. Diego Ivo tem genética privilegiada e nasceu para ser atleta. É extremamente profissional”, pontuou Jean Klay.

Nem pensar em vê-lo fazer no Baenão o que fez na Curuzu, que saiu e voltou à terrinha cuspindo no prato que comeu.

É o que há!

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