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VALHA-NOS DEUS

Dia 21 começará a temporada 2023 para o futebol profissional paraense.
Penso que vale a pena, acredito, rememorar alguns fatos inusitados que aconteceram com CR e PSC, e que, talvez, sejam causas das permanências das duas “Locomotivas” no subsolo do futebol brasileiro.
“No final do desespero, não há desespero, mas a esperança”, mas para que haja futuro os dirigentes estejam atentos para as “armadilhas” que serão postas nos caminhos de Clube do Remo e Paysandu.
19 de novembro, em São Januário, RJ, Vasco da Gama e Remo, pela B, do brasileiro, Leão Azul fez 2 a 0, no primeiro tempo.
Na segunda etapa, sem quê, nem prá quê, Vitor Andrade, é expulso, e o Vasco empata e por pouco não virou o jogo.
Ex-dirigente leonino, ao final do jogo, partiu pra cima do jogador, e, se o Remo ganha a partida, a “banca quebraria”, comentou-se.
Remo degringolou de cima à baixo, e hoje está na C.
Vitória e Paysandu, 21 de agosto do ano passado, no Barradão, time bicolor tido a havido como sério candidato à B, Mikael, início de jogo, pisa em Rafinha, e é expulso. Pediu pra levar vermelho. Vitória 1 a 0. Paysandu desaba ladeira à baixo e continua na “resignada” série do brasileiro.
4 pilares sustentam um jogo de futebol: técnico, tático, físico e emocional. Este último acabou com remistas e bicolores, porque os dirigentes não tiveram o devido antídoto para harmonizarem os elencos.
As atitudes de Vitor Andrade Mikael foram “fora do comum” e que até hoje estão vivas nas memórias dos torcedores.
Como o futebol amazônico é pobre, em relação aos eixos Sul e Sudeste, há “pacoteiras” circulando em apostas esportivas “online” comprando deus e o mundo.
Mercados das drogas, das armas, da prostituição são “moquinhas”, perto do melhor negócio do mundo, na atualidade, que são as “plutocracias” dos jogos “vendidos”.
O crime organizado está infestado no futebol mundial, e, por aqui, não há quem os combata. Tudo dependerá da consciência profissional dos atletas.
É o que há!
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