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‘BANHO DE ÁGUA FRIA’

Belém cheirou na vara do batista, quando a Fifa escolheu Manaus como uma das subsedes da Copa do Mundo de 2014.
Diz-que, perdemos para o prestígio do governador amazonense, à época, Eduardo Braga, que além de construir Arena da Amazônia, tinha mais aliados políticos que Ana Júlia Carepa.
Na edição de quinta-feira, 12, A CRÍTICA dispara em letras garrafais: “Lula dá ‘banho de água fria’ em Manaus e escolhe Belém para sediar a COPE30 no Brasil em 2025”.
Governo federal já formalizou, através do Itamaraty, a candidatura de Belém à Conferência do Clima, organizado pela Organização das Nações Unidas – ONU.
Aí entrou o prestígio do governador Helder Barbalho perante o poder central, porque, o Pará correspondeu, nas urnas, apoio incondicional ao presidente Lula.
No Amazonas, o governador reeleito Wilson Miranda Lima (União Brasil), que é natural de Santarém, fez campanha para Jair Bolsonaro.
Presidente Lula correspondeu a velha máxima de que “parceiro é parceiro”, e Belém – se for escolhida pela ONU – tem dois anos para se preparar, a fim receber o mundo na capital, que é portal da Amazônia.
Arena Mangueirão, BRT metropolitano concluído, melhorar o sistema viário da cidade, acabar com a imundice do Ver-o-Peso, dando um “banho” na cara da feira e de alguns feirantes, Mercado de São Braz sendo ponto turístico e referência na nossa culinária e artesanato e, por final, a realização de um RE-PA, no Mangueirão para os turistas conhecerem o clássico mais jogado no mundo da bola.
É o que há!
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