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SORRINDO PRA NÃO CHORAR

Diferentemente, das opiniões de Marco Pina, Pio Neto e João Papão, isento a FPF desta desgraça que se abateu no PARAZÃO/23.
Desde o ano passado que o TJD-PA, em decisões mal-ajambradas, com às questões dos jogadores Hatos e Guga, que jogaram irregulares por Águia de Marabá e Bragantino, tentou jogar para o submundo do futebol a verdade.
O Paragominas luta pelo seu direito, que a corte local se omitiu em julgar com o senso da justiça, favorecendo os errados e penalizando o certo.
Insisto na expressão do juiz-auditor à época, Dr. Hamilton Gualberto: “Vocês vão chorar lá no Rio de Janeiro!” Não choraram, mas foram humilhados e podem ser disciplinados.
“Quem conhece verdadeiramente o mundo há de chorar; e quem ri, ou não chora, não o conhece”, dizia Pe. Vieira.
Em vez de sorrir, chora-se pelo que fazem com o nosso futebol, que tem “Locomotivas”, torcedores, flama, paixão, rica história, camisas bonitas e reconhecidas mundialmente, arena, um governador apaixonado pelo futebol e não à toa se declara remista (Helder Barbalho), que veste a camisa do Leão Azul, e que no início de ano liberou cotas do BANPARÁ (R$ 5 mi) e FUNTELPA (R$ 3.2 mi) para a maior festa do nosso futebol, e arrematando: imprensa (rádio, TV, jornal de papel e sites) informando os apaixonados torcedores.
De tanta pressão, o TJD-PA publica e manda ao STJD Acórdão dos processos envolvendo os atletas Hatos e Gustavo Sales.
Agora, a corte superior julgará o mérito da ação impetrada pelo Paragominas, e o Campeonato Paraense deste ano será iniciado após o julgamento do STJD.
A expectativa: Paragominas e Amazônia serão reintegrados ao Campeonato deste ano? E os futuros de Águia e Bragantino? Alguém chorará, não no Rio de Janeiro, mas aqui no Pará.
É o que há!
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