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“ARTISTAS”
Os pivôs da questão do adiamento do início do PARAZÃO/23, Hatos e Guga, não negam que jogaram por Águia de Marabá e Bragantino o campeonato do ano passado irregulares.
No entanto, negam qualquer culpa. Não sei até que ponto esses depoimentos terão peso na avaliação dos juízes do STJD, que julgará a Medida Inominada que suspendeu o estadual deste ano.
Guga diz que avisou a secretaria do Águia, mas não teve resposta.
Hatos, jogando pelo Itupiranga, em 2021, foi expulso em jogo contra a TLB, e, julgado pelo TJD-PA, foi apenado em cinco jogos, cumprindo um na partida de volta contra a Tuna, e tendo que cumprir quatro partidas em competição patrocinada pela Federação Paraense de Futebol.
No final de 2021, Hatos atuou pelo Cametá, na série B do paraense, em cinco jogos, “esquecendo” que teria que pagar 4 jogos, e não pagou.
Em 2022, Hatos assinou com o Bragantino e atuou em cinco partidas, devendo ficar de fora de 4, e não respeitou decisão do TJD-PA.
Hatos, em rede social, explica o inexplicável, tirando o seu da reta.
Quem puder que responda: quem é julgado e condenado pela justiça, esquece?
Minha opinião: Guga e Hatos estão em profissão errada: deveriam ser “artistas”.
É o que há!
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