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“REMONTAGEM”

Não ouvi os narradores dos jogos amistosos de CR 1 a 1 com o Cametá, no Parque do Bacurau, e Tuna 1 a 0 no PSC, na Curuzu.
Escutei atentamente o que disseram, em coletivas, os técnicos das “Locomotivas” e da Tuna Luso Brasileira, que considero um “trole” do futebol paraense.
Explico: nada que desmereça o time luso, porque “trole” é um carrinho que corre sobre trilhos, alimentando às ferrovias para que as locomotivas deslizem sem problemas.
Jogos amistosos, para este velho jornalista, não serve de parâmetros para avaliar elencos de futebol, porque, penso, que os adversários veem com “faca nos dentes” pra mostrar serviço.
Elogiável a lucidez do técnico luso, Josué Teixeira, que revelou aos repórteres não querer ser “campeão de pré-temporada”, após 1 a 0 do seu time sobre o Paysandu, dentro da Curuzu.
“Estamos remontando o time do Paysandu”, pontuou Márcio Fernandes, lamentando, também, a série de gols perdidos pelos jogadores Robert, Mário, Bruno Alves e Vicente. Aliás, há muito tempo, em jogos do Papão, que a bola não entra.
Ricardinho pisou num buraco e sentiu tornozelo (não é a velha contusão); Alex, Samuel e Eltinho deixaram o campo contundidos e preocupa a comissão técnica.
Contra o Cametá, disse Marcelo Cabo, que Remo fez um “bom jogo e o gol saiu de bola trabalhada”, e o Remo, na totalidade, “controlou a partida”, mas pontuou que o Remo “precisa corrigir, porque os três gols que levou, nos 3 amistosos, foram de bolas paradas”, e teve que manter o cuidado com os quadros “clínicos dos jogadores”.
No sentido transitivo direto e pronominal, verbo “remontar” significa “escalar”, “levantar”, empinar, enfim, “galgar” é o que os três técnicos – Marcio Fernandes, Josué Teixeira e Marcelo Cabo – estão tentando elevar o conjunto dos seus times.
Toda remontagem é desafio, e, assim sendo, penso ser cedo para avaliações imprudentes sobre os times de CR, PSC e TLB. (Foto: AI da TLB).
É o que há!
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