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VERDADEIRAMENTE, BOI VOA NO PARÁ

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Sempre ouvi dizer que time que escala jogador irregular, perde pontos.

O mundo do direito esportivo brasileiro estará voltado para sessão do STJD, que acontecerá nesta terça-feira, 31, no Rio de Janeiro, quando a corte julgará o mérito da  ação inominada do Paragominas, Castanhal, Itupiranga e Amazônia, que suspendeu o PARAZÃO, e como requeridos Águia de Marabá, Bragantino e a Federação Paraense de Futebol.

Corte Superior decidirá se o Campeonato Paraense “seguirá o enterro”, após ouvir advogados dos clubes interessados: Marcelo Jucá (Paragominas), Osvaldo Sestário (Águia de Marabá) e   Rui Mendonça (Bragantino).

Via “uatizap”, grupo de advogados em direito desportivo, que acompanha a demanda, tem entendimento que “se a boa doutrina do direito esportivo prevalecer, o Paragominas ganha a causa”, e um desses causídicos revelou ao blogue que o TJD-PA “inventou uma jurisprudência gravíssima”, que o STJD não deve ratificar.

“A decisão teratológica aconteceu quando o TJD-PA ‘inventou’ anulação da punição dos dois jogadores (Hato e Guga), sem que os mesmos recorressem das punições, portanto, absurda, ‘decisão surpresa’”, pontuou advogado experiente no direito desportivo brasileiro, que preferiu anonimato.

Arrematou: “S e não houver bastidores fortíssimos da CBF, Paragominas está com a verdade e deve ganhar a causa, porque se de fato o STJD acatar a ‘invenção’ do TJD-PA, ‘boi voará’ na justiça desportiva brasileira”.

Se o “boi voar”, trará risco para o Código Brasileiro Disciplinar de Futebol – CBDF.

A verdade é que o Brasil se voltará para os operadores do direito esportivo (Marcelo Jucá, Osvaldo Sestário e Rui Mendonça) cada um defendendo suas teses.

É o que há!

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