Uncategorized
EXPLICA-TE, FLÁVIO AUGUSTO

Lindomar Miranda de Jesus apareceu na Curuzu, no início de 2010, como técnico de futebol da base.
Após deixar o PSC (levando Clube ao TRT, e ganhando 70 mil reais), Lindomar foi ser segurança de Dário Traling, empresário madeireiro, dono do Carajás.
Após alguns anos, Lindomar reaparece como técnico de futebol das divisões de base do Pica-Pau do Outeiro.
Com a morte de Traling, em cidade Venezuelana, e sem herdeiro, Lindomar de segurança e técnico passa a ser caseiro da imensa área passando a ponte do Outeiro.
Em 2019, chega Luiz Omar, que reforma o patrimônio, e transforma em “Estádio Mamazão”.
2021: Luiz Omar anuncia a venda da imensa área à diretoria do Clube do Remo por R$ 3 mi.
UNIÃO
Advocacia Geral da União (AGU) protocola Ação de Oposição contra Simone Barra e Lindomar e sua esposa Lindalva Rodrigues Vieira, em 2014.
2016: em Belém, juiz federal extingue a ação, sem o julgamento do mérito processual.
A AGU (Advocacia Geral da União) interpôs recurso de apelação, em 2018, ao Tribunal Regional Federal, da 1ª Região, em Brasília, e o processo está engavetado.
Com a ascensão de Jair Bolsonaro à Presidência da República, em 2019, o deputado federal Hélio Leite (UNIÃO-PA) indica seu sobrinho, Flávio Augusto, para ser o superintendente da Superintendência do Patrimônio da União no Pará (SPU-PA), e foi este que “mexeu os pauzinhos” para que o Clube do Remo comprasse a área, em abril de 2021, conforme foto.
Afinal, o que aconteceu para que Flávio Augusto concedesse aos senhores Lindomar e Luiz Omar a propriedade do terreno?
Clube do Remo e seus diretores não são réus na ação, que se encontra no Tribunal Regional em Brasília.
Qual o documento que a SPU-PA emitiu para o Clube do Remo?
Desde 2021 que tenho questionado quem vendeu terreno da União. E comeram abiu.
É o que há!
![]()
