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“BOTANDO OVOS”

Idealizar “Parazão Inclusivo” é está à brinca com meu miolo mole.
Cidade que se reza, ora em sinais de 4 tempos, Almirante Barroso com Tavares Bastos, esta com Pedro Alvarez Cabral, demonstra o quanto a mobilidade urbana em nossa cidade é ultrapassada.
No mundo moderno, em cruzamentos congestionados, sobe-se elevados ou desse-se tuneis. Isso pra não falar de metrô ou metrô se superfície.
Imagine comigo: metrô de superfície de São Brás ao Viaduto do Coqueiro, pra quem sai da São de São Braz (de carro) indo para Ananindeua ou para Castanhal… É sonho?
“Sonhei! Que estava sonhando/ um sonho sonhado/ O sonho de um sonho/ Magnetizado/ As mentes abertas/Sem bicos calados…”
Nada contra o “substantivo” (inclusão social), mas o “futuro do pretérito” (incerteza, indignação) – ideias de que quem é acostumado a “botar ovos” e pensar que todo mundo é apedeuta. Querer ser o que não é! O tempo dos mochileiros “lombreiros” passou!
“Inclusão social” na cidade, que urbanisticamente, desrespeita cadeirantes, sem visões. Campos de futebol não oferecem facilidades nos acessos e comodidades condizentes com àqueles que precisam de uma arquitetura otimizante.
Adendo: O novo Mangueirão, que ainda não conheço, está sendo bastante elogiado por quem já andou por lá.
Sem “camisa 10”! Que horror?! Desrespeitando o desejo do maior de todos no mundo da bola – Pelé! Que “tabaco” é este?
As coisas são tão males resolvidas nesta cidade – e nas “coxas” vão realizando o PARAZÃO -, que Baenão é “arena”, tendo um hospital no lado oposto.
A “Dona Lourdes”, que foi à pique em frente à ilha de Cotijuba, em setembro do ano passado, matando 23 pessoas, foi reflutuada nas barbas do poder público sem autorização, sem que ninguém visse.
É a certeza da impunidade!
Antes deu entrar na “infinita escuridão”, espero que novas ideias surjam para que o nosso rico – em histórias – futebol tenha um novo rumo.
É o que há”
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