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ROMPENDO PARADIGMAS

Rebeldia, esforço, inteligência, dedicação, persistência, força interior são características dos diferenciados em qualquer profissão.
Paysandu não precisou jogar muito para ganhar do Bragantino de 1 a 0.
Bastou a genialidade de um lance de Ricardinho para colocar a bola na cabeça do ótimo Mário Sérgio para a fiel desembuchar o grito de gol, aos 41’ do segundo tempo.
Num jogo feio, Paysandu tinha a bola, mas não imprimia velocidade.
Fechado em duas linhas de 4, bragantino marcava meio-campo bicolor, que não tinha meia de criação, mesmo porque Bosel embolava pelo meio com João Vieira e este não deixou em nenhum momento os atacantes bicolores de cara pro gol.
Num único lance de perigo, aos 38’, Vicente meteu a bola no travessão de João Paulo.
Paysandu e Bragantino contrariaram às regras do bom futebol.
Bruno Alves tomou um cartão amarelo e não jogará a próxima partida do Papão contra o Caeté.
Com a saída de Bosel para a entrada de Ricardinho, João Vieira serve de lateral direito com liberdade para ir à frente.
Bragantino sai da sua zaga de conforto e busca o gol com Edcleber e Balotelli.
Aos 16’ num lance em que a bola foi metida entre os zagueiros alviceleste, Marudá sai na frente e foi barrado com falta fora da área pelo goleiro Thiago Coelho, que o árbitro Elerson Fernandez deveria ter aplicado o cartão vermelho, porque o goleiro bicolor era o último jogador à frente do atacante. Aplicou amarelo. Errou.
Hernandez, que entrara no posto de Vicente, desperdiça oportunidade ao cabecear pra fora em cruzamento de Pitbul, um dos poucos que se salvou no elenco bicolor.
Paysandu venceu, mas precisa melhorar o futebol coletivo.
É o que há!
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