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“TÁ F…!”, DISSE O PRESIDENTE

Os “fantasmas” das administrações passadas continuam assombrando a diretoria alviceleste.
No tempo de Artur Tourinho, que o Paysandu foi campeão em tudo, início da década 2000, o time jogava no Mangueirão e não pagava aluguel.
Arrecadou muito dinheiro!
2002: o honestíssimo José Ângelo Miranda assume a Secretaria de Esporte e Lazer, através da diretoria jurídica da SEEL, manda processo à Procuradoria Geral do Estado, que cobra, judicialmente, do Paysandu mais de R$ 1,5 mi.
Diretoria foi notificada ano passado, e o processo tá em curso em vara da fazenda.
2008: Luiz Omar passa confissão de dívida a Antônio Louro no valor de R$ 500 mil, por empréstimo ao Clube quando Omar era presidente.
Agora, justiça manda penhorar área do CT, em Águas Lindas, para pagar R$ 1,4 mi a Antônio Cláudio Pereira da Costa, o “Louro”.
Presidente Maurício Ettinger, laconicamente, revelou-me que o Paysandu recorreu a tempo.
No entanto, “houve a interposição dos embargos, pois essa penhora é nula por tratar-se de patrimônio público de natureza imaterial, sendo, portanto, patrimônio inalienável e impenhorável. (Lei Municipal nº 9097 e a Lei Estadual nº 7.695). Já está concluso para julgamento. Só falta a decisão do juiz”, informa advogado que prefere anonimato.
Na justiça do trabalho pipocam ações de técnicos e jogadores.
O pior “fantasma” de todos: R$ 345 mil, primeira parcela da FUNTELPA, do PARAZÃO deste ano, a justiça bloqueou em favor da BOMACHE MATERIAL ESPORTIVO, que em 2015 fabricava às camisas da marca LOBO.
É o que há!
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