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VIXI! UM É BANDIDO; 2, 3 É BANDO OU QUADRILHA

Segundo o MKtEsportivo, dos 20 clubes da série A, do Brasileiro, 19 são bancados por contraventores, ou seja, donos de casas de apostas.
O único que não tem é o Cuiabá.
No Brasil e no mundo, banqueiros da contravenção estão investindo na “serra pelada” que é o futebol, a mina que jorra “ouro” a céu aberto.
Descaradamente, o crime organizado está infiltrado no futebol verde amarelo e já há graves denúncias de jogadores que se venderam favorecendo resultados de jogos, como aconteceu em Goiás, que o Ministério Público entrou na parada.
No Pará, cartolas, jogadores e empresários inescrupulosos estão na mira do GAECO – Grupo de Atuação Especial ao Crime Organizado – do Ministério Público do Pará, que já mirou quem tenta (ou tentou) manipular resultados de jogos do PARAZÃO/23.
A informação foi-me passada pelo Dr. Alexandre Tourinho, promotor de justiça do Pará, que pertence à Comissão do MP-PA que combate a violência nos campos de futebol, mirando às pragas das torcidas organizadas.
“Os donos das casas de apostas comunicam à CBF os jogos que estão na mira dos apostadores e por isso a Confederação criou uma comissão especial para monitorar os jogos das competições organizadas pela entidade”, disse Tourinho, arrematando: “O GAECO já tem conhecimento dos dirigentes, jogadores e empresários paraenses que estão na jogada de manipulação de resultados das partidas de futebol do PARAZÃO”.
A revelação do Dr. Alexandre Tourinho (foto) foi bombástica no SHOW DA CIDADE, da Rádio Marajoara.
“O dinheiro é um ótimo servo, mas um péssimo senhor” e ladinos, corruptos, contraventores são viciados em “dinheiro fácil. É vocação”.
Então, digo: um é bandido; dois, três é bando ou quadrilha.
De olho no futebol, as bancas de apostas, no Brasil, são plutocracias bem organizadas, que compram deus e o mundo, e não respeitam lei e autoridades.
É uma “nhanha” ser corrupto, patife engravatados neste país.
É o que há!
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