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BANDIDOS NA MIRA DO GAECO

Advogado paraense que me dá moral nos programas que apresento na Rádio Marajoara e acessa meus “condomínios” digitais, diz-me que posso ser processado quando acuso os banqueiros de casas de apostas de “contraventores”.
“Contraventores são os ‘bicheiro’, mas ‘saites’ de apostas de jogos de futebol são legalíssimos. Não há contravenção, posto que a lei 13.756, assinada pelo então presidente Michel Temer, em dezembro de 2018, dá legalidade à modalidade e obriga que as empresas sejam sediadas em outros países”, afirma advogado que prefere o anonimato.
Uma das regras para apostas é que “não haja bancas físicas”, e que os “saites sejam internacionais” com direito a patrocínios de 19 clubes dos 20 que participam da A do Brasileiro.
Pensando nos seus produtos, Confederação Brasileira de Futebol – CBF – contrata SportRADAR INTEGRITY SERVICES para monitorar os jogos das séries A, B, C, D, Copa do Brasil e os estaduais, e tem sido atuante, posto que mais de 120 partidas foram monitoradas e denunciadas às autoridades estaduais, em 2022.
Ministério Público de Goiás já mandou à justiça processos denunciando jogadores e aliciadores; TJD-AM defenestrou jogadores e cartolas do Iranduba por dois (2) anos por manipulação de resultados, e no Pará, GAECO – Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado – está na mira da verdade buscando provas contra empresários, cartolas e jogadores envolvidos nas manipulações de jogos do PARAZÃO.
As casas de apostas “on-line”, segundo o promotor de justiça paraense, Alexandre Tourinho, são aliadas da CBF e das autoridades, que avisam quando uma partida está acima das expectativas nos índices de apostas.
O tema foge do Estatuto do Torcedor e passa a ser investigado pelo GAECO como crime de organização criminosa. (Foto: Google)
É o que há!
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