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MEDO E CLARIVIDÊNCIA

Dizem que o “homem mais perigoso é aquele que tem medo”.
“Eu tenho medo e medo anda por fora do meu coração”, diz o cancioneiro popular.
Diante dos meus medos, bato à porta da clarividência, a acuidade diante dos temas que abordo neste “condomínio”, que é meu, consequentemente, assumo o que escrevo.
Aos 72 anos tenho medo de ser processado. Nunca terei medo de pedir desculpas, por não ser o dono da verdade e muito menos palmatória do mundo. Verdade!
O meu atrevimento em publicar fatos, por mim presenciados, me faz intuir que às personagens não têm senso de injustiça, embora se assustem com meus escritos e me odeiem.
Na manhã deste sábado, 1º de abril, na Feira da 25, onde bato ponto, tomando sopa da gostosinha Margarida ou da Loura, influente advogado divide balcão comigo indagando se não tenho medo de ser processado por gente influente no futebol paraense a quem meto carapuça de corrupto, ladrão, ladino e “camafeu”.
“Tenho medo, sim! Contudo, como podem me contestar se há processo de “Quadrilha ou bando, Corrupção passiva, Corrupção ativa” por “estupro” aos cofres da PMB?
Como me contestar se venderam terreno da União?
Quem o CONDEL Azulino expulsou? Fui eu?
Quem me revelou que já “enterraram” R$ 2,5 mi no Igapó, em Águas Lindas foi o presidente Maurício Ettinger.
São fatos! Não há o que contestar e nem como me processarem.
Pesquisei. Fustiguei. Garimpei. Portanto, clarividência no que escrevo e assino.
Medo tenho, sim, de ser leviano. Medo de não poder olhar na retina dos corruptos, dos “ladrões”, dos ladinos, do “rei da boquinha” que há no futebol paraense.
“Eu tenho medo e já aconteceu/ Eu tenho medo e inda está por vir/Morre o meu medo e isto não é segredo…” Mas não “comem” minha coragem de clarividência.
É o que há!
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