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“OBRIGADINHO”, GOVERNADOR

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Comecei a ver o mundo que me cerca na década de 60.

Anos prodigiosos em genialidades: Papa João XXIII, Pelé, Beatles, Jovem Guarda, Muhammad Ali (o que bailava igual beija-flor e picava como abelha seus adversários), Eder Jofre, John kennedy, Indira Gandhi, Golda Meir, Juscelino Kubitschek, Edgar Alan Poe, Andy Warhol, Oscar Niemeyer e tantos outros cerebrais em diversas áreas.

Neste período, ouvia minha mãe dizer que “beleza não se põe à mesa”.

Em 1980 chego à Universidade Federal do Pará (UFPA) e me deparo com a matéria História da Arte (dono da cadeira o francês Le Bhian), que me jogou nos peitos Kant, o filósofo que revolucionou a estética no século XX.

O que Tia Maria me dizia, na década 60, filosoficamente tomei conhecimento, na Academia, em outras palavras: “A beleza é uma utilidade sem fim”, afirmava Kant.

Ou seja: Não tem utilidade prática. Só serve pra ser vista.

Aqui entra o Mangueirão.

No início da década de 80, andei e trabalhei no “Bandolão” e ao passar dos anos, por etapas, o estádio foi tomando forma de uma imensa “xícara”, estética da década de 70 para os estádios de futebol, que se ampliavam verticalmente.

Arquitetonicamente, via beleza no “Colosso do Bengui”, mas conhecendo as entranhas do estádio, passei a reprovar sua funcionalidade.

“Mangueirão tem que ser implodido, porque é antifuncional”, dizia em meus programas de rádio.

Sem par, fui taxado de doido, porra louca, até de mau-caráter, mas encontrei uma voz forte e ecoante, que comprou a ideia: promotor de justiça Domingos Sávio. Sessaram às críticas. 

Neste domingo, 9, em que o mundo cristão comemora a ascensão de Jesus, o novo Mangueirão renasce moderno e imponente.

Se Judas traiu Jesus; Pilatos lavou às mãos e Pedro o negou 3 vezes, antes do galo cantar, jovem governador Helder Barbalho inverteu os fatores deste fato histórico.

Como jornalista não me sinto traído pela luta travada; Helder Barbalho, governador paraense, não lavou às mãos diante de tema tão importante e nem negou sua alma remista.

É mais um sonho que realizo nesta terra, que me deu régua e compasso, e como meus devaneios passam por pessoas, este foi concretizado pela graça do jovem e dinâmico governador Helder Barbalho. (Foto: Agência Pará)

É o que há!

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