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MANDA QUEM PODE…

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Este parágrafo está no LEI É POTOCA, do 13, neste “condomínio”.

“Na quarta-feira, 12, em decorrência dos fatos, Cel-PM Juniso, que comandava o policiamento na noite do jogo, no Mangueirão, determinou o fechamento dos portões do estádio 30 minutos antes do início da partida, e, assim sendo, muita gente, com ingresso na mão, não teve acesso ao estádio”.

Comandante do policiamento no jogo CR e Corinthians agiu monocraticamente: não ouviu ninguém, e por isso foi “castigado” pelo comando da PM-PA.

OBEDECE QUEM TEM JUÍZO…

Não consigo ter diálogo telefônico com o engenheiro agrônomo Mesquita e muito menos com o honrado Del Filho, diretor técnico da Federação Paraense de Futebol, que não atendem meus chamados.

Então, valerá o que me chegou ao conhecimento por fonte real.

Mesquita é membro da comissão de vistoria dos campos de futebol da FPF, e foi ao “Parque do Bucaral”, fazer avaliação técnica do gramado do estádio municipal.

Lá, Mesquita foi “pressionado” pelo prefeito Vitor Cassiano (MDB-PA) a produzir relatório contrario a realidade do gramado do estádio, que passou por reforma a “meia boca”.

Honrado como é, Mesquita não se quedou diante da “violência psicológica” do alcaide cametaense.

Diante de uma realidade precária que se apresenta o gramado do estádio cametaense, desde à segundinha, Mesquita teria “carregado” no relatório e apresentado ao diretor técnico da FPF, Del Filho, que diante dos relatos estava inclinado a transferir a partida Cametá e Remo para o estádio de Ipixuna.

Os acordos políticos entraram em ação, daí o presidente Fábio Bentes, bem informado que é, ter se pronunciado e dizer o que disse: “Os acordos políticos estão prejudicando o Remo”.

Rasgaram e jogaram no cesto de lixo o relatório do Mesquita. E Del Filho ficou indignado e não deixou o cargo que exerce na FPF porque é ligado à CBF e à CONMEBOL, mas está agastado.

Se o Mesquita tem amor próprio, teria se desligado da comissão de vistoria dos campos de futebol da FPF, após o desrespeito para com quem tem uma imensa história no futebol paraense.

À tarde de quarta-feira, 19, quando o time do Cametá treinava, desaba toró na cidade e a realidade do campo veio à tona.

É o que há!

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