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“LIMPEZA GERAL”

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O futebol é o mais popular esporte do mundo, e há quem veja como o “mais bonito”.

Ultrapassa barreiras linguística, porque às expressões são corporais e telas “pintadas com os pés” dos mais finos surrealistas, nos gramados de futebol mundo a fora.

Não é de hoje que ladinos burlam normas e tentam mudar resultados de partidas, agindo no submundo do crime organizado.

Antes a máfia da bola tinha como protagonistas cartolas e apitadores bandidos, que através do poder ditatorial em campo, alguns árbitros foram aliciados para “enfraquecer” um time, não permitindo que a bola chegasse na área da onzena favorecida ou “minando” de cartões jogadores.

Hoje, a prosa mudou: são bandidos seduzindo jogadores para serem expulsos, fazendo faltas dentro da área.

Para o advogado trabalhista Bruno Castro o “momento do futebol brasileiro é grave”.

“O que está acontecendo agora é porque atinge às séries A e B, porque vasaram áudios, mas já vem acontecendo há tempo. No Brasil, agora, se tentou culpar os sites de apostas, que exercem atividades no mundo todo… Enfim, são apostas em todos os esportes. No futebol, infelizmente, se aposta quantos escanteios terão; se aposta cartões amarelos, e agora, os holofotes focaram jogadores que não têm caracteres, porque eles maculam, mancham o esporte mais popular do país e enganam às torcidas”, pontuou Castro no programa SHOW DA CIDADE, da Rádio Marajoara.

Para Bruno Castro, que já foi jurídico do Paysandu, têm coisas dentro de clubes que “o torcedor não imagina”.

Afirmou: “Aqui no futebol paraense, em anos anteriores, houve mudanças no time de forma surpreendente a pedido dos líderes do elenco, então, tem jogador esquecendo a dignidade. A questão é criminal. É grave. A CBF não pode passar incólume. Mesmo com o VAR, há muitas coisas estranhas e precisamos reconhecer o que é erro e o que é malícia. Os jogadores envolvidos, dentro do futebol, não são mais dignos. A arbitragem, a mesma coisa. Eles continuam sendo os arautos da dignidade. Eles são intocáveis. O que eles colocam na súmula é o que vale. Precisamos passar o pano geral no futebol brasileiro. Inclusive o futebol paraense. E se é pra fazer limpeza, que seja geral”, concluiu.

Será que a Federação Paraense de Futebol está confortável, moralmente, para participar desta “limpeza geral” como preconiza o conceituado advogado Bruno Castro?

Quem puder que responda!

É o que há!

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