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“A LOBA”

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Para o genial Tostão, ex-jogador e hoje colunista da Folha de São Paulo, um ótimo de time de futebol tem que ter virtudes como: “Intimidade com a bola, conhecê-la bem, tratá-la com carinho e ganhar sua confiança. Quando maltratada, pune”.

Pela experiência que tenho como jornalista esportivo acrescentaria dinheiro, porque o “homem endinheirado é outro homem”.

Time do Remo não desaprendeu a jogar bola. O problema do elenco azulino é o “olhão” de alguns jogadores e a falta de pulso do técnico Marcelo Cabo.

Pablo Roberto, Muriqui e Ícaro tiverem aumento salariais: o meia, 20 mil a mais, previsto em contrato; se fizesse gols (como vem fazendo), Muriqui teria a “baba” aumentada, e teve, e Ícaro por preferi o Remo ao Goiás, obteve o reconhecimento da diretoria.

Essas benesses da diretoria para com esses três jogadores mexeram com as vaidades de atletas, que encabeçados pelo Richard Franco, desencarnaram o espírito dos 3 Mosqueteiros: “Um por todos, todos por um”.

Ou: Dá o meu que eu corro e faço gols, se não dé, que corram Ícaro, Pablo Roberto e Muriqui, que eu parei, penso que é assim que intui o segundo volante Richard Franco, que formou sua “panela” no Baenão!

Richard Franco, Vinícius, Uchôa e Muriqui foram escalados pela diretoria para o encontro com torcedores, como aconteceu na terça-feira, 16, mas o gringo se recusou e não sentou ao lado dos parceiros.

Marcelo Cabo perdeu o pulso quando tenta fazer Kevin de lateral-esquerdo em detrimento de Leonan, que disparadamente joga mais que o “padrinhado” do técnico.  

Barra Ícaro e dá vez ao “poste” Diego Ivo. Contra o Águia barra Diego Guerra, mantem o “bichado” Diego e volta com Ícaro, deixando Diego Guerra de fora.

E o problema é tão aviltante que o Diego Ivo não acompanhou a delegação ao Rio Grande do Sul para o jogo contra o “Zequinha”, porque o gramado é sintético, portanto, duro e, assim sendo, Diego Ivo não pode pular porque o piso duro e o joelho não suporta o peso do “elefante”.

Pra completar a desgraça: um diretor telefona para Hélio dos Anjos, consultando da possibilidade de ser contratado. Dos Anjos responde: “Só aceito conversar depois que o Marcelo Cabo deixar o Baenão!”

Hélio dos Anjos bate com a língua nos dentes para o amigo Marcelo Cabo, que está no Baenão sentindo o “cheiro da perpétua”.

É o que há!

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