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“UNIÃO E TRABALHO…”

Com sorriso largo, chega Ricardo Catalá com o verbo afiado na ponta da língua.
Pela assessoria de imprensa do CR (Samara), foi-me permitida uma pergunta e disparei pra cima do atencioso técnico remista.
– Qual o remédio para fazer o time azulino jogar, já que não ganha havia 4 jogos, e tem compromisso terça-feira, 30, contra o Confiança?
– União e trabalho porque o grupo é bom, respondeu Catalá.
Em parte, concordo com a resposta do Catalá, porque a diferença entre os técnicos de futebol está na forma como cada técnico vê (ou faz leitura) dos ‘detalhes’ de um jogo de futebol, e uns são mais ousados.
Isto me faz lembrar do que disse Marcelo Cabo, após perder para o “Zequinha” por 2 a 1, em Porto Alegre: “Presidente Fábio, o Remo é maior que eu. Fiz tudo que tinha pra fazer. Não sei mais o que fazer!” Diante das rebeldias visíveis de alguns jogadores (Pedro Vitor e Pablo Roberto), Cabo, literalmente, jogou a toalha.
A resposta de Catalá (União…) e as demonstrações de chateação dos jogadores acima nominado, mostram que a publicação A LOBA, neste blogue, tem muito de verdade.
Passei a ser amaldiçoado pela atua diretoria azulina desde que revelei que desembargador e promotor de justiça foram “premiados” com “bola preta” em relação para beneméritos.
Ao revelar A LOBA, aumentou ainda mais a odienta forma de ver o meu trabalho.
Presidente Fábio Bentes e o vice Antônio Carlos Teixeira, a praga do Baenão está na voz de quem se diz remista, quando na verdade é torcedor bicolor, e vive puxando o saco de técnicos e jogadores: “Mano Cabo”, “Muriquizinho”. É pobre de espírito, de caráter, cerca todos empresários que pisam no Baenão a fim de propaganda, e é tão canalha que tentou usurpar a marca “Fenômeno Azul” como se fosse sua criação.
Ruffeil e eu desmascaramos o cínico repórter, que é um amoral. Só pensa em si. Que se dane o Remo! O importante é o bolso recheado de dinheiro fácil a custa do CR.
É o que há!
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