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DETALHES E FUTURO

Quando Saio do meu cafofo para cumprir pauta jornalística, dentro do meu ‘pretinho’, rogo ao Infinito Deus – que é rico, poderoso e festeiro – que me conceda luz à mente e a verdade ao meu coração.
2h da madrugada de sábado num hotel, na Avenida Nazaré, esperava pelo jovem técnico campeão paraense/23, Mathaus Sodré, com temas engatilhados no meu “hd”: ousadia, detalhes, dinheiro e linguagem num jogo de futebol.
Aliás, que o tema ‘detalhe’ deveria abordar com o Ferreirinha, que não apareceu no hotel, preferindo casa de espetáculo para comemorar o título. Justo!
O detalhe desta conquista do Águia está na ousadia de bancar árbitros Fifa nas partidas contra Paysandu e CR.
Tenho respeito pelo apito paraense, porque não é safado, mas será que um árbitro local expulsaria Uchôa. É pra pensar!
Os “baludos” marabaenses abraçaram o clube, e dinheiro não faltou: “Salários em dia, melhores hotéis, ônibus de qualidade e a linguagem entre mim e os jogadores devidamente entendida pelas partes”, revelou-me Mathaus.
A ousadia aguiana ficou patente quando em nenhum momento o time temeu enfrentar as duas “Locomotivas”, jogando de igual para igual e os mais importantes detalhes foram plasmados pelo Bruno Limão, na cobrança de falta, no primeiro jogo, em Marabá, e a bela arte plasmada pelo zagueiro Carlão em gol de bicicleta.
“Depois do gol do Bruno, falei pra eles, antes do treino, nós não podemos perder este título. E quando o Carlão grafou a tela com gol de bicicleta, não tive dúvida de que sofreríamos, mas seríamos campeões”, pontuo técnico Sodré.
O futuro do Águia depende do poder público construir estádio a altura da história do clube, da diretoria em ter visão de gestão de futebol (não roubar) e que todos tenham mente altiva.
Ao presidente do CR, Fábio Bentes, que não quer falar comigo (respeito sua opinião), neste momento faça minudente reflexão e tente buscar a razão do porquê você é um perdedor no futebol azulino.
Veja o mundo que o cerca no Baenão, inclusive com repórter bajulando jogadores e técnicos e ganhando dinheiro com os empresários que buscam o Leão Azul. Este sujeito é covarde e arregão!
Neste momento torço para que você tenha paz interior e força para avançar neste “deserto” azulino.
Reconhecer erro é ato nobre e de coragem, presidente, e “ser judeu é estar alerta ao sofrimento e àqueles que o cercam”.
É o que há!
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