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AÍ TEM! E COMO TEM MEMEME!

Não sei quem disse que o Brasil é o país das “coisas mal resolvidas”. Dos absurdos, também!
Em Brasília, jornalista leva soco no peito dentro do maior órgão de representatividade política externa, o Itamaraty.
Quase 4 anos passados, árbitro Leandro Pedro Vuaden se diz culpado por ter marcado penalidade contra o Paysandu, no jogo contra o Náutico, com o time paraense perdendo milhões de reais por não ter conseguido o acesso à B do ano 2020.
Vuaden continua apitando, menos jogos dos nossos clubes. Como todo desonesto, é cínico!
Mas o mais indecente de todos os males aconteceu no último dia 29, quando a desembargadora Gleide Pereira de Moura, do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, declarou-se suspeita do julgamento do Agravo Interno, que seria no dia 30, que envolve a eleição da presidência da Federação Paraense de Futebol, ocorrida em 29 de junho de 2022, com 118 votos a favor de Ricardo Gluck Paul e 60 pra Paulo Romano.
Na oportunidade, magistrada concedeu liminar permitindo que ligas e clubes irregulares tivessem direito a voto, contrariando o estatuto da FPF e a Lei Pelé (Art. 22).
Advogados David Merabet e Emerson Dias impetraram Agravo Interno (recurso que combate a decisão esdrúxula da desembargadora).
Pasmem: 4 desembargadores recusaram-se a encarar a decisão incomum da desembargadora Gleide Pereira de Moura, que na solidão da sua consciência “desconfiou” da sua própria decisão.
Com a recusa dos magistrados em “fazer o que deve ser feito”, o processo deve parar na mesa da presidenta do TJE, desembargadora Maria de Nazaré Silva Gouveia dos Santos, que designará desembargador(a) para relatar e julgar o processo.
Enquanto isso, ladinos, camafeu, rei da boquinha e corrupto reinam no nosso pobre futebol.
É o que há!
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