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EFEITO “PLACEBO”

Infelizmente, a cada jogo não vejo positividade técnica em times de Remo e Paysandu.
Jogo a jogo, pensamos que vai melhorar. E o que há é um efeito “placebo”!
Paysandu fez 1 a 0, aos 45 m.do 1º tempo, em cabeceio de Nenê Bonilha, após cobrança de escanteio.
No empate do “Zequinha” com o Paysandu em 1 a 1, na Curuzu, falharam o lateral Igor Fernandes e o zagueiro Paulão, que de frente com Thayllon, não impediram o avanço do atacante.
Do jeito que as coisas se configuram, Remo e Paysandu lutarão pra permanecer na C.
Thayllon, que entrou no posto de Zé Andrade, encontrou um corredor escancarado, porque Igor não teve pique para barrar o atacante, e o zagueiro Paulão não tem tônus muscular para fazer a cobertura. Já é um velho zagueiro.
Vendo e revendo o lance, aos 3 m., o árbitro Ivan da Silva Guimarães Junior (AM) acertou em não marcar pênalti: Mário Sérgio sofreu falta fora da área, mas desabou à frente, portanto, dentro da área.
Merecidamente, Bruno Alves foi substituído por Vinicius Leite, e deixou o campo vaiado por ser individualista durante o tempo que teve em campo. Perdeu-se!
No futebol moderno, a defesa se apega ao trabalho de organização defensiva, ou seja, tem que haver correspondência entre os zagueiros; e às ofensividades, de qualquer time, dependem dos talentos inatos dos atacantes. Em Remo e Paysandu essas qualidades e fundamentos inexistem.
Pelo futebol que jogam, Remo e Paysandu têm futuros incertos.
Cumprindo punição do STJD, PSC jogará na Curuzu contra São Bernardo e Floresta de portões fechados, voltando a se reencontrar com a “Fiel” no dia 1º de julho em partida contra o Brusque.
No Dedo de Prosa, do Show de Bola, da Rádio Marajoara, 3 advogados – Pio Neto, Rui Mendonça e Marco Antônio Pina – e um auditor fiscal, João Maurício, acreditam que o TJD-PA acabará com o efeito “placebo” que mantem a atual diretoria da Federação Paraense de Futebol, que foi eleita de forma ordinária.
É o que há!
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