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A BOLA NÃO ENTRA

Três acontecimentos me levam a uma conclusão, talvez, estúpida no futebol paraense.
Às não presenças do governador Helder Barbalho no lançamento e na final do PARAZÃO deste ano.
Em 14 anos de parceria (desde 2009, no governo de Ana Júlia Carepa), que os donos do trono do Estado comparecem à cerimônia de lançamento da competição, e em especial Governador Helder Barbalho no início e no fim. Este ano, ele não se fez presente, sinal de que “aí tem!”
A terceira: a recusa de autarquia judiciária em participar do julgamento do processo que levou à FPF, de forma irregular, a atual diretoria da Federação Paraense de Futebol. Desembargadora se sentiu sob suspeita (ou envergonhada?) de julgar sua própria decisão em liminar concedida à realização da eleição federacionista com às participações de ligas e clubes irregulares.
Em mim há um jeito vigoroso de pensar quando sinto o “cheiro da perpétua”, ou seja, a ameaça da “forca” com o jornalismo bisbilhoteiro e politicamente incorreto que pratico nesta cidade havia, aproximadamente, 50 anos.
“As minhas observações me levam a pensar que a pá de cal no futebol paraense quem jogou foi Ricardo Gluck Paul desde quando chegou no PSC”, pontuou Eliércio Santino, que eu trato de “venenoso”, e um outro comensal, em mesa farta de comida, bom vinho e sorvete de açaí, no Bistrô, acrescentou: “É tão castigado, que o presidente Maurício Ettinger herdou herança maldita no Paysandu. Não muge e nem tuge por dever de gratidão!”.
O rumo das coisas, ou até mesmo da vida, é influenciado por circunstâncias boas ou más, que, ao final, são benéficas ou ruins. Tudo que começa errado ou mal projetado termina da forma como começou.
Perdão pelo que exporei: qual o fim de corruptos, traficantes, ladinos, malfeitores, João de Deus, Flor de Lis, “Rei da boquinha”, “camafeu” que só pensam em dinheiro fácil e vivem nababescamente sentindo o cheiro de “pacoteira” suja?
No Brasil de hoje, em que o presidente Lula libera R$ 1,7 bi de emendas parlamentares (deputados e senadores), via pix, penso que ser criminoso do colarinho branco compensa, mas, para mim, é impossível conviver com este tipo de gente.
Então, no futebol, a bola pune…
É o que há!
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