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EM VEZ DE ETERNIZAÇÃO, QUERO CREDIBILIDADE

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O podcast do rádio – DEDO DE PROSA -, da Rádio e TV Marajoara, canal 50.1, de domingo, 18, causou um turbilhão de ideias dos cerebrais que me emprestam seus poderes cognitivos.

Pelo celular, há 15 dias me convidaram pra protagonizar um podcast, mas o jovem – que nem sei quem é – me revelou que eu iria me “eternizar” no seu “conteúdo”, desde que ele tivesse coragem de me perguntar o que eu iria propor, mas como ele me propôs a “eternização” fiquei puto e respondi na lata: “Não preciso de eternização em podcast, porque o rádio que produzo e faço em Belém ninguém faz – sou a diferença; não mando abraço, não leio jornal  e nem ‘saites’ em boca de microfone, tenho nojo de linguagem ‘carioquês’, que vive na boca de “papagaios”  e nunca perdi em audiência pra turma do Guilherme Guerreiro e do ‘Tânia Pimbinha’. Então, não preciso de eternização, não desejo ser celebridade, quero cre-di-bi-li-da-de jornalística. E tenho, aos trancos e barrancos nesta terra, que me deu régua e compasso”, afirmei.

Com primazia, ao entrevistar o gestor administrativo-financeiro do Paysandu, André Barbosa Alves, na abertura do SHOW DE BOLA, ele revelou que o “Paysandu está no rumo da SAF – Sociedade Anônima do Futebol”, completando que o seu trabalho, ao lado daqueles que estão no Clube, têm o condão de “preparar a instituição para o novo modelo de gerenciar futebol”.

“Foi a melhor contratação do Paysandu na temporada”, sacramentou advogado Rui Mendonça; “É um craque em gestão esportiva e que CR e PSC deveriam há tempo a iniciar o caminho do novo projeto do futebol mundial”, disse Marco Antônio Pina; “É peso-pesado da gestão esportiva no mundo”, afirmou o auditor fiscal João Maurício, e Pio Neto arrematou que “há tempo o Paysandu busca o novo projeto quando contratou empresa para auditar o Clube”.

De Zurique, na Suíça, recebo texto com pedido de sigilo, no momento, mas como sou jornalista e quem tiver seus segredos não me revelem – do empresário Leonardo Rodrigues: “Zé, desta vez vamos com prudência, mas tenho interesse na SAF do Paysandu, e vivo te acompanhando; você terá em primeira mão quando eu atravessar o Atlântico para tratar do tema aí em Belém. Obrigado”.  

Há podcast melhor que esta “moral”? (Foto: Cristian Ramos)

É o que há!

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