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AO DEUS-DARÁ

Gosto do livre debate.
Daí, como jornalista e professor aposentado, nunca pensei em ser formador de opinião. Longe dessa ideia!
Opinião têm o papa da igreja católica e os ditadores como a família Castro, em Cuba; Maduro, na Venezuela, os árbitros de futebol em campo, etc.
“Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. A parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo”, inteligentemente afirmou Fernando Pessoa.
Sonhos passam por pessoas e instituições. Os meus – sonhos – intuem Remo e Paysandu no topo da pirâmide do futebol nacional.
Infelizmente, bandidos, travestidos de torcedores, em nome de uma paixão assassina tudo podem: invadem gramados, jogam tudo pra dentro do campo, e criminosos fazem o que fizeram com o Luan (Corinthians) dentro de um motel. É o caos do futebol brasileiro, que está entregue à própria sorte.
Pune-se o clube. E os bandidos estão soltos.
A verdade: “Nenhuma história do mundo moderno é completa sem levar em conta o futebol”, afirma o sociólogo inglês David Golddblatt.
O futebol brasileiro é o reflexo da política partidária nacional. O que se esperar de um líder político ladrão? De um presidente de federação corrupto?
A fim de amenizar situação, STJD permite que no RE-PA entrem mulheres e crianças de 16 anos.
Cá com meu miolo mole: quantos adolescentes de 16 anos fazem parte da Terror Bicolor?
E os homens travestidos de mulheres entrarão pra assistir ao RE-PA?
Quem puder que responda.
Se o Corinthians está em apuros pra dispensar Luan (recebe 800 mil reais mensal e não joga quase há um ano), o jurídico do Remo analisa o caso do jogador Rafael Silva, denunciado por condôminos do prédio onde mora, por baforar fumaça de maconha na cara dos vizinhos, e o atleta não mais faz parte dos planos do técnico Catalá.
Como tem contrato até o final da temporada, e está se tratando de contusão, jogador continuará recebendo vencimentos, e quando curado sentará para acertar rescisão contratual.
No passado, jogadores fumavam maconha, cheiravam loló e tomavam todas, mas, em campo, corriam e nos davam alegrias.
É o que há!
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