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SEM REBUÇO!

Comigo não há fingimento.
Nada de bom-mocismo em temas que vai de encontro meus princípios.
Princípio universal de ética é aquilo que não quero para mim, não posso desejar para o meu semelhante.
Então, dito isso, não me usem para questionar valores dos ingressos do RE-PA, de segunda-feira, 17, na catedral Mangueirão.
Quem me dá moral no rádio e acessa meus “condomínios” digitais em nenhum momento ouviram ou leram minhas reportagens abordando salários de quem quer seja na área esportiva. Não me interessa saber quanto ganha fulano, sicrano e beltrano.
Sabem por quê? Porque não interessa a ninguém quanto eu ganho como professor aposentado, jornalista e blogueiro atuante.
“Porra, Zequinha, 100 reais uma cadeira e 50 a arquibancada. Os caras cresceram o olho depois que o STJD liberou. Eu não vou. É desrespeito para com o torcedor!”, bradou no meu “uatizap Sérgio Vieira Jr, torcedor do Paysandu. E outros que me mandaram mensagens quando eu apresentava o SHOW DA CIDADE, da Rádio Marajoara.
“Então, não vá, mas não rogue praga. Não me mande este tipo de mensagem, porque não encontrará eco nos programas que apresento na rádio Marajoara e nem aqui neste espaço”. PT. Saudações!
Aquilo que você paga e desfruta não é caro. Principalmente, quando se ama, não se reclama. Aceita-se. Posto que não se reclama do que se aceita.
Fazer futebol não é barato, como não é barato pagar pra entrar no baile da saudade, ouvir baboseira de tocador de aparelhagem e pagar pelo olho da cara por um balde com cinco latinhas.
Para mim, um velho de 73 anos, é impossível perder tempo, discutindo quanto vale um RE-PA.
Nada melhor que um RE-PA como o de segunda-feira, 17, que estará em jogo ascensão e queda de uma das “locomotivas”.
Enquanto a mim, não me interessa defender o indefensável, pensando no povaréu e ser celebridade, penso na credibilidade, porque futebol é vaidade e toda vaidade é caro.
É o que há!
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