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INFORTÚNIO REMISTA

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Catalá permanece no Baenão porque Vinicíus, Uchôa, Muriqui e Richard Franco pediram ao presidente Fábio Bentes pela permanência do técnico.

Na “seletiva” de quarta-feira, 19, presidente remista disse que não é verdade.

É invenção deste velho velhaco. Mas, continuo acreditando na minha fonte real.

O infortúnio remista pesou sobre o executivo Thiago Gasparino, que chegou no Baenão acompanhado do maior agenciador de jogadores, o Marcelo Cabo.

Diego Ivo, Laranjeira, Bochecha, Kevin, Fabinho, Claudinei, Lucas Mendes, Jean Silva e Gaudezani (este é cliente do DM) são jogadores agenciados pelo Cabo e Gasparino e que o investimento foi a quem da expectativa da produtividade destes jogadores em campo.

Não questionaram o presidente sobre quem desestruturou o time azulino.

Porquê aceitar Diego Ivo, se na Curuzu foi constatado ser “bichado”, e no último RE-PA ia entregando a “rapadura”, e foi o culpado pela contusão séria de Pedro Vitor, posto que ele partiu pra cima do atacante Nícolas Careca (de forma maldosa), que ao ser derrubado caiu sobre o joelho do meia-atacante, e saiu de campo carregado.

Qual o custo benefício de Diego Ivo? No RE-PA ele aplicou o “strike”, que no boliche se toca num pino para derrubar os outros.

Fábio Bentes entregou a chave do Baenão para os agenciadores de emprego: Marcelo Cabo e Gasparino. Foi o seu erro, presidente. Você confiou em “ladrão”.

Marcelo, que é “apadrinhado” de Catalá, ser titular no meio-campo azulino em detrimento de Pablo Roberto, é pensar que toda a imprensa paraense é pacóvia. Ele engana quem lhe indaga sobre “como viu seu time jogar?”

Com uma perna, Pablo Roberto joga mais que o protegido de Catalá.

E, finalmente, presidente Fábio Bentes, qual a iniciativa da diretoria sobre as denuncias de assédio sexual e moral no departamento feminino? Aguardo por tomada de posição do dono trono azulino.

Advogado Ruy Mendonça, de Manaus, questiona: “Qual o pai dá dinheiro pro filho por tirar nota baixa na escola?”

Verdadeiro e reto foi o ex-presidente bicolor, Tony Couceiro que revelou: “Por não entender de gestão de futebol, pago executivos que conhecem o mercado da bola”. Se ferrou!

Esta sinceridade é um marco no futebol profissional do Pará: involuímos com às presenças desses “agenciadores” de emprego, que contratam velhos, “bichados”, “chinelinhos” e lombreiro.

Ao ver o presidente, em vídeo, na “seletiva”, percebi que a sua aparência é circunspecta.

É o que há!

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