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SÁVIO ACREDITA NO ACESSO BICOLOR

Domingos Sávio é um homem bravo e inteligente.
Aprendi a admirá-lo nas lides esportivas: eu, jornalista, e ele, promotor de justiça do Pará, quando membro do Grupo de Combate à Violência nos Campos de Futebol, tendo como parceiro o promotor Nilton Gurjão.
Ao viver o drama pra chegar no Mangueirão, na sexta-feira, 8, para assistir ao Brasil e Bolívia, morando nas redondezas do estádio, lembrei das minhas conversas com o promotor de justiça Domingos Sávio sobre a antifuncionalidade do Olímpico e a dificuldade pra se chegar no estádio.
No Dedo de Prosa, sequência do SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara, Sávio foi questionado por Pio Neto, João Maurício, Ruy Mendonça sobre o maior desafio do Belenense que é de se locomover na cidade de um ponto para outro.
Pra eu chegar no Mangueirão, pela Augusto Montenegro, tive que deixar o carro e buscar o estádio a pé.
Todos encontraram dificuldades pra chegar estádio.
É a otimização dos espaços e do tempo das pessoas que não há nesta cidade.
Domingos Sávio revelou que, em conversa com o governador Helder Barbalho, sobre o local e o que cerca o estádio: “O estádio está encravado no meio de um espaço que é utilizado por Planetário, Mangueirinho, CEJU, DETRAN, Estação BRT e Instituto Médico Legal “Renato Chaves” dificultando a construção de vias”.
Eis a bravura de Sávio.
Constatado por mim, Sávio revelou um defeito interno do estádio: os restaurantes não têm exaustores. Quem assiste aos jogos dos locais fica “perfumado” de frituras.
Por último, Sávio revelou está “estudando regras” e pretende ser técnico de futebol. “Sou remista, mas acredito no acesso do Paysandu, porque Hélio dos Anjos manda no Clube”, finalizou.
Se eu encontrar, o tema terá continuidade com um engenheiro de trânsito.
É o que há!
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