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AÍ TEM E COMO TEM!

Não será relato ficcionalizado.
Será testemunho do que tenho observado desde o lançamento do Parazão/23, no Parque da Residência, até a final do campeonato, no Baenão, culminando com o Águia campeão.
Governador Helder Barbalho não compareceu em nenhum dos eventos. No lançamento do campeonato, preferiu jogar “pelada” em Barcarena.
Malraux dizia que “as memórias são os únicos livros que deveriam ser escritos”.
Faço exercício de memória desde 2009, quando do primeiro PARAZÃO, no Hangar, no governo de Ana Júlia Carepa, que meu “hd” armazena as presenças de Simão Jatene (8 anos) e nos 4 primeiros de Helder Barbalho no lançamento da principal competição esportiva do Pará patrocinada pelo poder público estadual, através do BANPARÁ e FUNTELPA – Fundação de Telecomunicações do Pará.
Os relacionamentos entre Estado e Federação Paraense de Futebol é institucional. E olhe lá!
O mesmo acontece com a Confederação Brasileira de Futebol – CBF.
Ednaldo Rodrigues, presidente da maior plutocracia do futebol brasileiro, passou 5 dias em Belém (4, 5, 6, 7 e 8) foi ao “ap” do Nunes (ex-presidente da entidade) e esteve com Adélcio Torres (ex-presidente da FPF) e não pisou na sede da Casa do Futebol.
Jantar prometido aos presidentes de clubes e ligas, com o alto comando da CBF e cartolas federacionistas, não aconteceu e nem explicaram o porquê.
CBF indica à Secretaria de Esporte e Lazer – SEEL – a empresa BRAX que, em conjunto, formalizaram todo o esquema de logística do jogo entre Brasil e Bolívia, no Mangueirão. Pouco sobrou à FPF.
Sem pretender ser testemunho do futuro, dificilmente o Pará terá um trono (vice) na CBF, mesmo porque o vice-presidente-Norte é o deputado estadual amapaense Roberto Goés, 56, que é ficha limpa, e, junto à CBF, conseguiu R$ 8,5 mi para a construção do Centro de Treinamento do Futebol Amapaense, que está sendo erigido.
É o que há!
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