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BONS DE NEGÓCIOS

Miguel Pinho passou e deixou uma expressão eternizada: “Eu pago minha vaidade”.
Diferentes de outros que cobram do Paysandu por serem expostos como dirigentes.
Luiz Omar, Alberto Maia e Ricardo Gluck Paul não pagaram suas vaidades e deixaram heranças malditas para o Clube pagar.
Luiz Omar confessou dívida para Antônio Louro de R$ 600 mil; Maia deixou de pagar a distribuidora de camisas Lobo, e Ricardo Paul mandou embora Hélio dos Anjos e não pagou o técnico, que hoje quer ver o diabo não deseja vê-lo, e é por isso que o presidente da FPF não aparece na delegação bicolor.
Pagar dívidas e construir 2 campos no igapó são metas da atual diretoria alviceleste ao comando de Maurício Ettinger, dono do trono, e dos seus dois vice-presidentes: Fred Cabral, vice de gestão, e Roger Aguilera, vice de operações.
Pagou distribuidora de camisas LOBO, parcelou dívida com a BWA (ingressos) e nesta terça-feira acertou dívida com Antônio Louro.
600 mil reais Louro emprestou ao Paysandu á época de Luiz Omar. Ao deixar o clube, Omar confessou dívida ao ex-diretor, que bateu às portas da justiça pra reaver o que colocara no clube.
Passados 10 anos, a dívida chegou a R$ 3,6 mi, mas o presidente Maurício Ettinger demonstrou desejo de pagar, mas desde que o ex-diretor diminuísse o valor.
Louro aceitou receber R$ 950 mil e mais 100 mil reais de honorários, num total de R$ 1.050.000,00 (Um milhão e cinquenta mil reais).
Diretoria pagou 200 mil reais e parcelou 850 mil reais em 35 vezes de R$ 24.000,00 mês.
No igapó, primeiro campo já recebeu grama, e o segundo está sendo preparado, revelou Ettinger no SHOW DA CIDADE, da Rádio Marajoara, concluindo que já iniciou conversa com pai e filho (Hélio e Guilherme) para a renovação contratual referente a 2024.
A IMPLY, empresa que audita ingressos dos jogos que são realizados no Mangueirão, só tem elogios à diretoria alviceleste por não haver desvio de bilhetes: “Todos os ingressos vendidos pela diretoria do Paysandu (sede, Curuzu e lojas) passam, automaticamente, pelos computadores da empresa, que controla catracas no Mangueirão. E não tem havido problemas”, disse-me fontes no Olímpico.
É o que há!
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