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BIFRONTES

Na luta bicolor pela chegada à B, o que me causa asco é o comportamento mesquinho de algumas pessoas da imprensa e de gente que se diz bicolor até a medula.
“Ó rei, o amor não é amado”, pontuou São Francisco de Assis a um interlocutor no seu tempo de pastoral.
Hélio dos Anjos, você não pode ser amado por quem sonha com a desgraça alheia e nem tem a dignidade de dizer que ama um outro clube.
Este tipo de gente, que eu conheço, só respeita na porrada.
O sucesso bicolor, e por tabela da atual diretoria alviceleste, incomodou parte da imprensa como você disse “lixo” e de gente como o “Rabico, o rei do igapó” e conselheiro Igor Marques, que desancaram a diretoria nos momentos difíceis pelos quais passava o time antes da chegada do “Intensidade”.
Hélio, em Belém, tem gente servindo o Remo que chorava pelo Paysandu, quando peladeiro no Jurunas; o “repórter carabau” a família toda chora pelo Remo; “Tânia Pimbinha”, “Nojeira, “Monstrinho”, “Tampinha de Penico”, “papagaio” Magno Fernandes são os inimigos figadais do Paysandu. O sucesso da diretoria e do time deixa-os morrendo de inveja, porque o Paysandu é o “clube das causas impossíveis” e o que deu às maiores glórias para o futebol amazônico.
São covardes!
Igor Marques, conselheiro bicolor, com que cara tu explica os aconselhamentos para a Fiel não comprar camisa e nem ingresso pros jogos do Paysandu? Tu e ex-cartola são exibicionistas! Mas, se olharem pro espelho, este se quebra.
Na B, é focar um elenco a altura da competição, porque o atual plantel deu o que tinha que dá.
Não se entregar para executivo “ladrão”, que tem agência de “músculo velho”.
É gratidão da diretoria pensar em Hélio dos Anjos para 2024, desde que seja dentro dos limites financeiros do Clube.
1 ótimo zagueiro, 2 bons laterais, 2 camisas 10, 2 atacantes de beirada, e 2 centroavantes (não velhos), na minha humilde opinião, deverão ser escolhidos a dedo para a série B, sem fazer loucuras.
Os desafios são muitos, mas um único objetivo: montar excelente time para permanecer na B em 2025. Rechear a pacoteira e transformar o igapó num CT.
É o que há!
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