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DAS PARÁBOLAS

A didática da parábola, empregada por Jesus Cristo, está na mente de algumas “múmias” do CR.
No Mangueirão, Bororó reina e antes de todo e qualquer papo, fala-se na eleição azulina: “Vai ser lapada!” Mas, não revela de quem será a lapada.
Na Feira da 25, manhã de sábado, 4, cruzo-me com Hamilton Gualberto: “Vai ser capote!” Só e nada mais!
Ubirajara Salgado: “Eu sou a pessoa que vai ganhar!” Lembro de Ronaldo Passarinho. “Ele é meu irmão”, e concreta: “Eu pertenço ao grupo que vai ganhar!”
Sinto que Ubirajara Salgado não quer se alongar comigo sobre o tema eleição azulina.
Francisco Rosas: “Ganha quem tem liderança e credibilidade dentro do Remo. A lógica mostra quem é o vencedor!”
Tonhão viu nascer o jornalista esportivo José Maria Trindade dentro do Baenão, no início da década de 80, e eu o vi de bermuda pelos corredores da concentração comandando a Frente Jovem Azulina.
Nas idas e vindas de Jader Gardeline, à Receita Federal, em 2015, para oficializar o Remo no PROFUT, percebi o quanto ele foi essencial naquele momento de indecisões administrativas e conseguiu parcelar o débito do Clube para com a União.
“Tenho solidez profissional e financeira para fazer do Remo um ‘case’ de sucesso”, afirma Gardeline.
Enquanto quem não tem altivez moral faz barulho, porque tem passado sujo dentro do Remo (eu sei de coisas do arco da velha), Tonhão se mantem calado; Gardeline “tira a casca do ovo com jeito para não esmagar a gema”.
Espero que o novo dono do trono azulino, a partir de 12 de novembro, conheça a “nova lógica” do futebol para que não seja refém de técnico e de executivo gerenciador de “músculo velho”, e que não permita a contratação do “bichado” Diego Ivo.
É o que há!
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