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“LÓGICA NOVA”

EM A BOLA NÃO ENTRA POR ACASO, Ferran Soriano afirma que “no futebol, é típico o caso de presidentes que tiveram sucesso em suas atividades empresariais chagarem a um clube de futebol com a ideia de impor exatamente a mesma lógica que funcionou para eles antes. Esquecem que o mundo da bola é muito diferente do mundo corporativo em geral e quando não alcançam o sucesso dizem que não é lógico”.
Há lógica, sim, simplesmente, eles, os cartolas, não se deram conta de descobrir a lógica do futebol.
Arremata Soriano: “Ganham aqueles que são suficientemente analíticos para compreender a nova realidade e suficientemente hábeis e corajosos para colocar suas ideias em prática”.
Então, como hei de descrever o dono do trono do CR, advogado Antônio Carlos Teixeira, que durante toda a vida esteve a serviço do governo federal e, vez por outra, participou do futebol leonino.
Em 5 anos, Fábio Bentes mostrou seu lado político ligado a um colegiado que decidia sim ou não. O presidente nunca teve voz ativa. E, por assim dizer, se perdeu em contratações desastrosas e o futebol não deslanchou. E, ao final, quem carregou a pesada “mochila” foi Fábio Bentes.
Em menos de 30 dias de gestão, percebo que o presidente Antônio Carlos Teixeira é intenso, profundo, pensa, executa e sabe o que quer em se tratando de futebol azulino.
Papellin, o executivo, e Catalá, o técnico, que após analises de atletas, repassam ao presidente, que por sua vez, analisa se serve ou não e bate o prego e vira a ponta…
Havia quem quisesse Muriqui e Diego Ivo no Baenão, Tonhão disse não. Babau. E ninguém mais fala no tema.
No presidente remiste há pensamento corajoso; integridade lógica, porque o futebol tem lógica e não tolera erros, embora, “o futebol seja um jogo de erros”, tanto fora como dentro de campo.
Eu, velho, pretendo sobreviver, em 2024, para ver a “lógica nova” em Remo e Paysandu. (Foto: Samara Miranda)
É o que há!
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