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“QUEM SÃO AS ESTRELAS?…”

Por mais de 4h, vivi o mundo da resenha esportiva em uma das mesas do “Bistrô” no feriado de “Conceição”.
Eu, Marco Antônio Pina, investidor Leandro Rodrigues, técnico do Pará Futebol Clube, Ronaldo, e o comentarista João Maurício
Às reminiscências da década de 90, passando por Artur Tourinho, um fora da curva, mas se perdeu ao misturar política partidária e família com o Paysandu, à nova ordem do futebol mundial.
Chico Ferreira, o maior lobista que o Pará já viu, mas que se perdeu por pegar corda de um “monstro”.
A primeira rejeição do Remo em relação a Leandro Rodrigues, em 2012, que acertou contratação para ser o técnico, mas que ao final Sérgio Cabeça preferiu Charles Guerreiro.
O quê dos técnicos estrangeiros serem vencedores no futebol brasileiro, se chegou conclusão que os nossos são “agregadores” e os gringos são estudiosos, e tem o futebol como ciência, não à toa que são visíveis às variações táticas do Palmeiras, do Fortaleza e do Bragantino.
“Fernando Diniz é autoral, mas não terá futuro na seleção canarinho, porque tenta impor seu estilo de jogo sem tempo pra trabalhar, é preferível Renato Gaúcho, que é agregador”, pensa Ronaldo.
Sobre a temporada 2024, para Remo e Paysandu, o jovem técnico do Pará Futebol Clube, Ronaldo, tem uma definição questionadora: “Perdemos para a tecnologia. Flamengo e Palmeiras não têm analistas de sistema, têm “raqueres”, que são aprofundados em informática e que alimentam executivo e técnico sobre o currículo do atleta. Nada passa”.
“Tem tudo pra ser diferente”, pensa Marco Antônio Pina, arrematando que “tem dinheiro pra contratar técnicos e executivos com ótimos salários, então deverão se refletir nas contratações dos jogadores”.
João Maurício: “Perspectiva sombria para os dois – CR e PSC – a partir do momento que já se tem notícia de jogador contratado que sofreu duas operações de ligamentos cruzados. É preocupante”.
Leandro Rodrigues foi insinuante: “Quem são as estrelas das companhias? Remo e Paysandu têm que contratar um 10 pensador, técnico e lucidez de jogo; e um 9 decisivo, ‘matador’. Se não tiverem essas qualidades, esqueçam ascensão. E a ascensão da B pra A, em 2024, só tem duas vagas, porque Santos e Goiás são ricos e investirão pesados.
No frigir dos ovos, Remo e Paysandu não poderão cometer os erros do passado recente.
Paysandu tem técnico experiente; o Remo, agregador, são análises de um quarteto que não “acha”, pensa futebol como ciência e que é a maior plutocracia do mundo.
É o que há!
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