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DERROCADA, “BABA” E PRESTÍGIO

Na derrocada de Ednaldo Rodrigues do trono da CBF, alguns fatos me chamaram a atenção.
Antes de ser deposto da presidência “cebefiana” pela justiça carioca, Ednaldo Rodrigues foi apelidado de “nada” pelo ex-presidente Ricardo Teixeira, defenestrado do futebol mundial por corrupção.
Sabe-se que um grupo “vivinho”, apoiado por Marco Polo Del Nero e Ricardo Teixeira, sonha em ainda mandar no futebol brasileiro – ainda que indiretamente – elegendo “apadrinhado” de confiança.
Destronado, Ednaldo Rodrigues foi ter com o ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça – STJ -, josé Eduardo Martins Cardoso, que assinou o pedido de suspensão da destituição e encaminhou direto à presidência da Corte Superior, ministra Maria Tereza de Assis Moura, que a qualquer momento dará o veredito favorável ou não, mas há advogado em Belém acreditando que Ednaldo Voltará ao comando da CBF nem que seja para comandar nova eleição.
“Zé, os ‘outlander’ (autorais) da advocacia – em todas as áreas – têm prestígios, e o contratante tem que pagar 50% do valor da causa para dá entrada no processo e, após a vitória, o resto do dinheiro. O caso do Ednaldo, são favas contadas, e penso que ele voltará à CBF, mas te peço reserva”, tá feita a parada, Dr.
Então, trazendo para a nossa paróquia, a questão da Federação Paraense de Futebol é muito mais grave que à da CBF, por assim dizer, os que não tinham condiçõs de votaram, elegeram corrupto e impostor… E, cinicamente, tomaram conta do trono do futebol paraense.
Por que lá no Rio de Janeiro pode, e não aqui se recorre direto à desembargadora Maria de Nazaré Silva Gouveia dos Santos, presidenta do Tribunal de Justiça do Estado, que, imediatamente, designaria desembargador para proceder parecer e, consequentemente, ir à julgamento.
Que não me “salguem”, mas vale a pergunta: é falta de “pacoteira” ou de prestígio?
Na década de 90, tomando cuba libre, no Garrafão, tendo como parceiro o vitorioso criminalista Paulo Rola, ele me revelou um segredo da sua profissão: “Todos os advogados sabem de cor e salteado os diversos livros do direito, mas poucos têm altivez de meter a mão na maçaneta e premer às mãos de quem julga. São Poucos!”
E, assim sendo, há, em Belém, quem esteja planejando estratégia para que o processo da FPF tenha novos rumos na justiça paraense.
Por ocasião da presença da seleção canarinho, em Belém, Ednaldo esteve no “ap” do Nunes e não foiu à sede da FPF, na Paz de Souza.
É o que há!
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