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TEMPUS EST TACENDI

A média de idade dos jogadores contratados pelo Paysandu está na faixa dos 27 anos, segundo Roger Aguilera.
À do Remo em 28 anos, segundo jornalista Sandro Galtran da Assessoria do de Imprensa do CR.
Então, no dizer de Wanderley Luxemburgo “é pombão duro olhando pro céu”.
Tenho evitado o tom de remoque sobre os atletas contratados pelas “locomotivas”, porque em campo tiro a prova dos noves fora, nada.
Prefiro não imaginar besteira e torcer para que CR e PSC estejam, realmente, em uma nova ordem.
Reconheço que é difícil não dá um pitaco aqui, acolá em relação alguns jogadores, conforme inquietação daqueles que me dão moral nos meus “condomínios digitais”.
Inicialmente, não encasquetarei com nenhum jogador contratado por Remo e Paysandu, mas tenho minhas reservas – e revelarei – sobre Bryan Borges, lateral-direito operado 2 vezes do joelho, e Nícolas, que não deu certo por onde passou e está voltando.
“Conheço Nícolas. Trabalhou comigo e é excelente cabeceador”, revelou Hélio dos Anjos em coletiva, na Curuzu.
Inobstante os ladinos, ano olímpico para o futebol paraense é o que desejo e me espelho no axioma Alighieriano: “Deve o homem abster-se, sempre que possível, de narrar coisas que, embora verdadeiras, pareçam falsas, porque quando o fato que se narra é incrível expõe a quem o narra ao vexame de passar, sem culpa, por mentiroso”. Jornalisticamente, procuro agir com desvelo.
Meu fino leitor, que “mi-lê”, não estou me desviando da minha regra jornalística e nem parecendo covarde, analiticamente sobre quem é quem, é tempo de ficar calado.
Quero ver a bola rolando.
É o que há!
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