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NASCER, INTENSO E RESSUSCITAR

Vesti a carapuça.
Um intruso do meu “feice” me intitulou de puxa-saco do Hélio dos Anjos, pelo que publiquei sobre a “personalidade da temporada passada no futebol paraense…”.
Santo Deus! Eu, puxa-saco?!
O “excremento” evacuado pelo microcéfalo, que não se envergonha de escrever (através da escrita se conhece quem é quem) seus apedeutismo deveria se indagar quem foi o responsável pela ascensão bicolor à B.
Com sua “intensidade”, Hélio dos Anjos deu vida nova, esperança ao futebol paraense e o seu trabalho refletiu no Remo, que está se preparando para a chegar à B, em 2024.
Discordar da minha opinião é um direito, como é um direito meu pensar que de futebol o meu ex-ledor não entende bulhufas e não me acessará mais, porque o defenestrei dos meus “condomínios” digitais. Este tipo de gente é irrelevante pra este velho, que tem nojo da bactéria infeciosa “puxa-saco”.
Se você não puder reconhecer o valor de quem não gosta, não fala. Cala e curte teu sofrimento oculto, porque a dor de cotovelo expõe a inveja.
Hélio dos Anjos foi intenso, sim, com um time limitado tecnicamente, mas que comprou a ideia do técnico.
Ao “nascer”, Deus se fez homem; Deus sai da morte para a vida ao “ressuscitar”.
Durante seus 33 anos de vida, foi intenso, andando os 70 km de cumprimento por 30 de largura da Palestina.
Nascer, ressuscitar e intenso são locuções que fizeram do Paysandu uma nova ordem no futebol nacional, graças ao técnico Hélio dos Anjos.
Não me venham os que leem e não sabem o que estão lendo pensar que comparo o Paysandu a Jesus. Longe desta heresia. Apego-me ao momento em que às 3 expressões estão vivas nas nossas linguagens.
Não quero ter razão, quero ser feliz expondo meus pensamentos sobre o que vejo de futebol e rogando ao meu Deus – que é rico, poderoso e festeiro – que não me falte lucidez para reconhecer sabedoria e inteligência de quem não me realiza.
Certa vez, em conversa amistosa com um dirigente bicolor, ao ser indagado sobre às renovações contratuais com Hélio e Ari Barros, respondi: “Hélio, dependendo do salário, sim; mas Ari Barros iria “enganar” em outra freguesia”.
É o que há!
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