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BOLA NAS COSTAS

No cafofo recebo Eliércio Santino.
Como fez Epafrodito com apóstolo Paulo, o “Venenoso” me trouxe alegria e destampou uma panela recheada de feijão com tripa e mocotó.
As linhas altas do Hélio dos Anjos, no time bicolor, foram as “sobremesas”, e a contestação porque esta formação vem sendo testada no PARAZÃO e tem demonstrado que o time bicolor não tem poder de marcação quando a bola é jogada nas costas dos laterais ou dos zagueiros.
Quando se arma um time com a artilharia voltada para o inimigo, tem-se que proteger a parte defensiva para não ser surpreendido. É elementar, meu caro Hélio dos Anjos.
Foi o que aconteceu no jogo em que o time bicolor perdeu de 3 a 1 para o Juventude-RS, pela Copa do Brasil.
Eliércio não concorda com Robinho entrando de cara, porque é um jogador que não marca e assim sendo desguarnece a parte defensiva.
“Se quero atacar com intensidade, tenho que alicerçar minha defesa”, sustenta Eliercio, e faz uma desconstrução no mundo físico: “Não se constrói um prédio sem antes a base. Com este formato de jogo, time de Hélio está levando largura no PARAZÃO, porque os adversários são despreparados”, garante.
Se quer jogar com intensidade, no brasileiro, como vem jogando, Hélio dos Anjos terá que repensar num novo conceito de atuação da sua equipe, porque sem um meio-campo criativo e marcador, a recomposição será impossível.
Enfim, em jogo de futebol “a bola tem que ser sequestrada”, e Hélio dos Anjos pela experiência que tem deve ter aprendido a lição que lhe aplicou Roger Machado.
É o que há!
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