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“NÃO SEI…”
Penso que os jogadores azulinos não querem mais o comandante. Echaporã estava na relação de dispensados e aparece na delegação. Aí tem! Ei Legado Azulino, eis a diferença deste velho "jornalista mucurento". Cuida do "jardim" que tu regas na tua cabeça, pau-de-sebo! pic.twitter.com/jLfNW7MXa4
— @Tudao_Tudinho (@Tudao_Tudinho) May 5, 2024
O que me deixa encucado é pensar que os jogadores azulinos não querem mais o “El Patron”.
O técnico passou à diretoria a relação dos jogadores que deveriam ser dispensados, e dentre estes estava o Echaporã.
E como aparece na delegação?
Então, aí tem!
No meu encontro com o “Comandante”, na sexta-feira, 3, indaguei “se o Remo perder, qual o seu futuro?”
“Não sei!… Eu sou profissional!…”
Ao final do jogo, Morínigo disse que “está fazendo o que pode”.
“Fazendo o que pode” com que tem em mãos, no entanto, no jogo contra o “Belo”, time azulino não criou nada, quanto mais, nem caso. Foi um time improdutivo.
Dalton, goleiro botafoguense, não sujou o uniforme.
O mal do futebol paraense é a falta de qualidade dos jogadores.
Quando não é “músculo velho” é o desequilíbrio no controle da bola.
No jogo, Botafogo-PB 1 a 0 CR, pela 3ª rodada, Ícaro, com a bola dominada, dá passe errado, e Thalysson construiu a jogada que culminou com o gol do velho Pipico, aos 28’ do primeiro tempo.
Meio-campo azulino viu o Edmundo se revelar como o melhor jogador, enquanto esteve em campo.
Time azulino não avança em conjunto: não tem controle de bola e dá espaço ao adversário, que sem marcação chega facilmente e o goleiro Marcelo Rangel fez alguns “milagres”.
Pelo meio, Remo não cria e, pelos lados, não desequilibra, porque Ronald, cria da casa, não tem apresentado regularidade e o seu futebol é do tipo “barata-voa”. Não foi relacionado.
Tá difícil. Sinto o cheiro da perpétua com os nossos times nas diversas séries do Brasileiro.
É o que há!
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