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FUTEBOL E O SUBMUNDO SUJO

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Escrevo pensando no alto comando bicolor!

5 jogos pela B, 3 expulsões merecidas.

Bryan Borges (Botafogo-SP), Quintana (Avaí) e Edilson (Goiás).

Francamente, não acredito no fator emocional, porque a diretoria alviceleste tem feito de um tudo para que nada falte para jogadores e comissão técnica.

Se alguns jogadores estão insatisfeitos com o comportamento do Guilherme (filho do Hélio), que é auxiliar, que a roupa seja lavada no vestiário e que não seja evidenciada em campo com as 3 expulsões “muita estranhas” e que prejudicaram o time, quando era evidente a melhor performance do elenco alviceleste.

 À do Quintana há um quê positivo em favor do zagueiro, porque se não faz a falta o atacante ficaria de cara com o goleiro Matheus Nogueira.

O futebol mundial vive de desconfiança, cisma de “Deus e o Mundo”, principalmente num país corrupto como o Brasil, em que muita gente vende a alma ao fute por causa de uma “pacoteira” recheada de dinheiro.

Millôr Fernandes, o genial jornalista e contista brasileiro, deixou uma expressão que me mostra o caráter de quem vende a mãe: “O dinheiro compra o cão, o canil e o abanar do rabo”.

O jogador ganha 50 mil, e o corruptor chega lhe oferecendo 200 mil pra aplicar o “mememe” em campo, é necessário que tenha caráter blindado pela honestidade pra recusar proposta irrecusável. É ter caráter incontaminável pra não fazer o pé de meia.

Árbitro de futebol recebe 5 ou 6 mil reais por jogo; o bandido chega e lhe põe “pacoteira” de 50 mil pra prejudicar o time que o desgraçado quer ver derrotado. Não tem VAR que detecte a cabeça maldoso da “alma vendida”.

Um ótimo árbitro de futebol paraense, mas que era bandidão,  certa vez me disse, após deixar o apito: “Não é necessário marcar penalidades; é não permitir que a bola chegue na zaga do time que o árbitro está no bolso”.

Num passado não muito distante, um time, em Belém, não poderia pensar em empate, quanto mais ser derrotado, o dono do trono mete 10 mil reais nas mãos de um diretor pra “comprar” o homem de preto. Um “domingão”, estádio lotado, final do jogo 2 a 2.

O cartola mete na cintura um “trezoitão” e parte pra casa do apitador. Em lá chegando, o dono da casa o recebe lhe devolvendo 5 mil reais, porque o acertado (10 mil) não chegou em seu bolso. Os outros cinco o diretor engoliu. Hoje, os dois (ex-presidente e o diretor são de ponta, e àquele fala pra Deus e o mundo quem é o péssimo “atravessador”).

Não estou acusando ninguém, mas o mundo do futebol sempre foi sujo.

Não à toa que o senador Kajuru, no senado, comanda a CPI da Manipulação dos jogos”, no Brasil.

Pra arrematar: “O dinheiro fala. E também manda calar a boca”.

É o que há!

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